Dificuldade técnica   Moderado

Horas  4 horas 56 minutos

Coordenadas 5822

Uploaded 2 de Maio de 2015

Recorded Maio 2015

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72,98 km

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próximo a Jafafe de Cima, Aveiro (Portugal)

Em 2009 o Município de Sever do Vouga abria ao público o primeiro Percurso da Ecopista, entre a Foz do Rio Mau e a estação de Paradela. Mais recentemente, em 2013, este Percurso foi prolongado até Cedrim. Entretanto, em Águeda já se pode, também, circular pelo antigo canal ferroviário entre Sernada do Vouga e a Foz do Rio Mau. Nos restantes Municípios estão a decorrer obras de reconversão, pelo que já é possível percorrer quase toda a Ecopista em bicicleta tipo BTT.
  • Foto de Ponte do poço de Santiago
  • Foto de Ponte do poço de Santiago
  • Foto de Ponte do poço de Santiago
Ao património artístico de Sever do Vouga pertence aquele que é considerado o ex-libris do Concelho - A Ponte do Pôço de Santiago - verdadeira obra monumental, toda ela construída em alvenaria e com cerca de 28,5 metros de altura, constituindo um símbolo de identidade de toda a região de Sever do Vouga. Insere-se num recanto natural verdadeiramente paradisíaco, de verdes matizantes das montanhas que desaguam languidamente nas águas do Rio Vouga, donde sobressai, pela sua imponência a Ponte majestosa e sóbria, transmitindo uma imagem ímpar de beleza natural e artística.
  • Foto de Estação/Apeadeiro deCedrim
  • Foto de Estação/Apeadeiro deCedrim
O Apeadeiro de Cedrim foi uma plataforma ferroviária da Linha do Linha do Vouga, que servia a povoação de Cedrim, no concelho de Sever do Vouga, em Portugal
  • Foto de Igreja Pinheiro de Lafões
  • Foto de Igreja Pinheiro de Lafões
  • Foto de Igreja Pinheiro de Lafões
  • Foto de Igreja Pinheiro de Lafões
As mais antigas referências documentais que se conhecem sobre a paróquia de Santa Maria de Pinheiro, inscrita no julgado de Lafões, remontam às Inquirições de 1258, mas a realidade é que a sua existência parece ser bastante mais remota. A igreja actual resulta das várias campanhas de obras de que foi objecto, no decorrer do século XVIII, e da reconstrução ocorrida em 1827, data que surge gravada na fachada principal. As obras documentadas da primeira metade de Setecentos incidiram sobre a capela-mor, demolida em 1729 e substituída por uma nova, construindo-se ainda, em 1741, uma capela com acesso para a rua. Já na segunda metade da centúria, os trabalhos incidiram na residência paroquial, que se admite corresponder à primitiva igreja, onde se registou a data de 1787, no portal de entrada. Já no contexto da campanha do século XIX, e para além da frontaria com o ano de 1827, registam-se obras na sacristia em 1831. A residência paroquial foi alvo de um incêndio que a destruiu, bem como ao seu acervo documental, em 1982, mas em sete anos mais tarde já se encontrava reconstruída. Por fim, entre 1997 e 1998, todo o conjunto arquitectónico beneficiou de um projecto de valorização, com o arranjo do adro, e a colocação neste espaço do antigo portal de acesso à residência paroquial. A fachada do templo denuncia, nas suas linhas onduladas e em pormenores neoclássicos, a feição tardia da sua execução. Delimitada por pilastras coroadas por urnas, e frontão de lanços curvos, é marcada pela abertura do portal, com pilastras estriadas, de verga curva e com frontão de aletas e remate em cortina. Sobrepõe-se-lhe a janela do coro, de linhas curvas ladeada por outras duas de dimensão mais reduzida. A torre sineira ergue-se à esquerda, dividindo-se em três registos, terminando em coruchéus. No interior, de nave única abobadada, ganha especial importância o retábulo-mor que, tal como os colaterais, pode ser datado do final do século XVIII ou do início do século XIX. Já os laterais são da primeira metade de Setecentos. O templo é envolto pelo adro, com a casa paroquial à direita e, alinhado com a fachada da igreja, o antigo portal da residência paroquial, de verga recta encimado por frontão de aletas interrompido. Do conjunto faz ainda parte o cemitério, do lado direito da igreja, inaugurado a 16 de Setembro de 1870 e a ponte ferroviária, junto ao cemitério. Construída em 1913, inscreve-se na série de pontes da linha do Vale do Vouga, encontrando paralelo na Ponte dos Melos, também no concelho de Oliveira de Frades. Trata-se de uma estrutura de arcos múltiplos, em alvenaria de pedra, e de traçado em curva. A estação de Pinheiro de Lafões foi desactivada na década de 1970.
  • Foto de Vila de Oliveira de Frades
  • Foto de Vila de Oliveira de Frades
  • Foto de Vila de Oliveira de Frades
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Oliveira de Frades é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro e sub-região do Dão-Lafões, com cerca de 2 800 habitantes. É sede de um município com 147,45 km² de área e 10 261 habitantes (2011), subdividido em 8 freguesias.1 Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal territorialmente descontínuos, consistindo em duas porções2 , uma principal, de maiores dimensões, onde se situa a vila, e a outra menor, poucos quilómetros para sudeste. O território principal é limitado a nordeste pelo município de São Pedro do Sul, a sueste por Vouzela, a sudoeste por Águeda, a oeste por Sever do Vouga e a noroeste por Vale de Cambra. O território secundário (exclave) é limitado a norte e nordeste por Vouzela, a sul e sudoeste por Tondela e a oeste por Águeda.
  • Foto de Estação Ferroviaria de  Paradela
  • Foto de Estação Ferroviaria de  Paradela
  • Foto de Estação Ferroviaria de  Paradela
  • Foto de Estação Ferroviaria de  Paradela
  • Foto de Estação Ferroviaria de  Paradela
A Estação Ferroviária de Paradela, igualmente conhecida como Paradela - Sever do Vouga, foi uma gare da Linha do Linha do Vouga, que servia as localidades de Sever do Vouga e Paradela, no Distrito de Aveiro, em Portugal.Estação de Paradela
  • Foto de Estação de Sernada do Vouga
  • Foto de Estação de Sernada do Vouga
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Sernada do Vouga é uma pequena localidade portuguesa da freguesia de Macinhata do Vouga, do concelho de Águeda e Distrito de Aveiro.

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