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68,18 km

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próximo a Santa Bárbara, Minas Gerais (Brazil)

Infelizmente não carreguei câmera nesse dia. O objetivo do passeio foi o de estrear a nova bicicleta e espalhar iscas para captura de abelhas sem ferrão para a preservação das mesmas.
Como ainda não tinha bolsa de selim nem de guidão e carreguei todo o ferramental na mochila comum além das 3 iscas pet e alimentos, resumindo, sofri com incômodo da carga.
A partida foi em frente a Caixa Econômica e com mais 1,45 km entrei na Rua da Praia em frente ao SJ Construções Procurando um local que poderia ser ideal para colocar umas das iscas. Na Rua da Praia foram mais 1,4 km até pegar uma estradinha que a liga com a MG-436(não MG-129), esse trecho é bastante peculiar porque é bem estreitinha e cercada de várias chácaras, o que significa muito cachorro, mas nenhum esbravejou.
Na MG-436 fui sentido à Santa Bárbara e entrei na estrada real numa localidade denominada "Pacheca" . Da saída do asfalto até o Marco da Estrada Real onde se deve entrar são 1,5 km e atravessar uma trilha de uma pastagem para depois pegar a rodovia do Caraça, trecho melhor visto em Nos Caminhos de Minas entre as imagens 330 e 335.
Já a estrada do Caraça,há de se tomar cuidado devido a boa qualidade do asfalto e pelo fato de não haver acostamento. Aos finais de semana e feriados os ônibus e caminhões das mineradoras dão lugar aos visitantes do Caraça R$ a R$ 10,00 por pessoa, há também transito intenso de cilcistas. Fui somente até a portaria e retornei entrando em Santana do Morro, onde numa parada para alimentar e regular o selim da bicicleta, encontrei com os amigos Leonardo(Duda) e Breno ,participantes do grupo Bike é Giro quando marcavam os pontos da trilha para o 1o Giro Entre Serras , os dois insistiram para que os acompanhasse, a princípio fiquei acanhado com medo de atrasar os dois e foi o que aconteceu, os caras estavam com dificuldade de equilibrar de tão devagar que tavam e mesmo assim eu tava ficando pra trás.
Em Cubas,como não posso mais ver um tronco caído ou um cupinzeiro que meus olhos procuram automaticamente por enxames,acabei encontrando uma isca pet que estava bem destruída,então tive o prazer de ajeitar e colocar no lugar com um pouco da minha loção atrativa.
Seguimos por Cubas até o Bar da Janaína, Onde os dois conversavam com os proprietários para que o estabelecimento servisse de ponto de apoio para o evento.Umpapo longo e duradouro graças a Deus! Porque já tava moído. Nos despedimos em Catas Altas e cada um pro seu barraco e eu para o barraco dos meus pais onde passaria o resto da tarde e retornaria para Santa Bárbara de ônibus. Como nunca cortejei a insanidade, fui embora de 29 mesmo, arranquei e segui sentido às áreas de silvicultura da Cenibra onde há alguns fragmentos de reserva. Dentro do deserto verde próximo do km 44 entrei num dos talhões para tentar instalar alguma isca e perdi muito tempo com isso.
Segui o caminho para Santa Bárbara e mais alguns quilômetros paro numa encruzilhada com a estrada que leva para a MG 129 e que talvez teria tempo de apanhar o ônibus, mas teria de pedalar com força,pelo horário, e se o ônibus tivesse passado teria gastado o pouco da energia que ainda tinha, mas também não podia seguir normalmente e pegar o asfalto para economizar na distância e nas trepidações porque não tava com nenhuma iluminação.
Cortei direto sentido à Capela da Valéria, anoiteceu e contei com a ajuda da lua nos locais sem eucalipto. Como sou regido pela Lei de Murphy,foi num ponto bastante escuro que um motoqueiro parou para mexer no celular e acender a tela dele bem na hora que eu passava do lado e eu tinha acabado de montar - mais empurrava do que tudo - , e como já não bastasse a bambeza das pernas pela fraqueza foi somada pela bambeza de susto. Vencida a Capela da Valéria, segui para a vila e estação de Costa Lacerda e cheguei,cheguei arrastado e pra piorar,uma cachorrada me cercou dentro da vila e eu quase sem forças tive que rodar várias vezes com a bicicleta devido a alguns sorrateiros que desprendiam do grupo e davam a volta por trás e calados. Não apareceu nenhum dono até que um senhor chegou de carro e espantou eles. Nessas horas uma quadradinha faz falta.
Tive que para alguns metros depois para alimentar e tirar os tênis,eles pareciam estancar a circulação por cima dos pés. Segui pedalando de vez em quando, no mais, só empurrava e descia da bicicleta,na verdade eu caía dela, porque tava sem força para levantar a perna e assim foi até chegar em casa prá lá das 22 horas.
Resumo:
Atrativos: melhor entre Santa Bárbara e Catas Altas por estar mais próximo da serra.Pior na segunda parte do trajeto ,que só tinha eucalipto e o mesmo não oferece uma sombra tão refrescante.
Distância total : 68,8 KM
Dificuldade Técnica : Baixa
Dificuldade Física : Alta
Ganho/perda de Elevação : 1422m, - 1428 m
Iscas espalhadas : 03
Nível de estupidez : incalculável.

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