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próximo a Arouca, Aveiro (Portugal)

O rio Arda é um afluente da margem esquerda do Rio Douro, onde desagua entre os lugares de Nogueira do Rio e Além da Ponte, na freguesia de Pedorido, 35 km a NE do Porto. Percorre em toda a sua extensão 30 km numa área de bacia de 167,94 km2, seguindo uma orientação predominante Sul - Norte. A montante, o rio Arda resulta da confluência de três linhas de água: o Ribeiro de Gondim com nascentes em Gamarão de Cima e Gondim (cerca de 3 km a NO da vila de Arouca, a 691 m de altitude) que se junta ao rio Marialva que nasce na Serra da Senhora da Mó (1500 m de altitude a NE da vila de Arouca, atravessando-a no seu percurso), no qual se juntaram as águas da Ribeira de Silvares que desagua na freguesia de Burgo. A junção das três linhas de água resulta no rio Arda, que adquire esta designação a poente de Burgo.
Atravessa dois concelhos, Arouca e Castelo de Paiva e as seguintes freguesias Burgo, Santa Eulália, Urrô, Várzea, Rossas, Chave, Mansores, Tropeço, Escariz, Fermedo, São Miguel do Mato em Arouca e Paraíso, Raiva e Pedorido em Castelo de Paiva.
O rio Arda tem uma densa rede hidrográfica, constituída por inúmeros ribeiros que nele desaguam em todo o seu percurso, fruto da geomorfologia das suas encostas. Como principais afluentes, para além do rio Marialva e das Ribeiras de Silvares e Gondim, destacam-se a Ribeira da Murteira que desagua na margem direita do rio Arda em Pedorido (Castelo de Paiva), o Ribeiro de Mosteirô e a Ribeira de Valesque desaguam ambos na margem esquerda do rio Arda em São Miguel do Mato (Arouca), e o Rio Ortigosa (ou Urtigosa). Este nasce na freguesia de Urrô a partir de um conjunto de riachos que escorrem da encosta norte da Serra da Freita. Percorrendo no sentido Sul - Norte, entra na freguesia de Rossas onde desagua no rio Arda, depois de se juntar ao Ribeiro de Escaiba.
Relativamente à geologia da região da bacia do Arda, esta desenvolve-se em área montanhosa e de grande cobertura florestal, sendo as altitudes dominantes situadas entre os 200 e os 600 metros, com exceção na parte meridional do concelho de Arouca, que abrange a parte mais substancial da serra da Freita.
A exploração da zona carbonífera do Couto Mineiro do Pejão foi de grande importância na região da bacia hidrográfica do Arda: “Ao longo do seu curso, há restos de explorações mineiras de supostos vilões auríferos. Um pouco antes de alcançar o rio Douro, na velha aldeia fluvial de Pedorido, o rio entra na zona hulhífera do Pejão, cujas galerias antricitosas se situam no vale do Paraíso, entre os três picotos dominantes de Mont’Alto (450m), Almanzor (406m) e São Domingos da Queimada (423m).” (FCG, 1985). A exploração oficial das Minas do Pejão iniciou-se em 1886, tendo sido encerrada em 1994 por ordem do Governo português. O couto mineiro do Pejão incluía as minas de Germunde (freguesia de Pedorido), Folgoso (freguesia de Raiva) e minas do Pejão e do Fojo (S. Pedro do Paraíso), todas no concelho de Castelo de Paiva. “Em S. Domingos de Queimada (Raiva, Castelo de Paiva), nas margens do rio Arda, ressaltam-se as Fontaínhas, um depósito de carvão das minas do Pejão, transportado por uma pequena linha férrea, de 20 km, ao longo das margens do rio Arda” (FCG, 1985) desde as minas ao depósito-cais de Germunde, no rio Douro, um pouco a jusante da confluência com o Arda. O carvão destinava-se à central da Tapada do Outeiro, na freguesia de Medas, no concelho de Gondomar, para a produção de energia elétrica. O Arda, formado na veiga de Arouca pela confluência de inúmeros ribeiros, designadamente, o Marialva e a ribeira de Silvares, a que se junta pouco depois o Urtigosa, que desce de Sul pelas encostas de Rossas, apresenta ao longo do seu curso um caudal mais modesto em relação ao Paiva, apesar da multiplicidade de linhas de água que a ele afluem.

In Rede de Parques Metropolitanos na Grande Área Metropolitana do Porto Relatório Final. Fevereiro de 2009.
Amigos infelizmente como todos sabemos vivemos tempos de exceção, o futuro próximo ainda que possibilite a prática desportiva em pequenos grupos, impõe vários cuidados sanitários e distâncias sociais mínimas de forma a proteger a saúde de cada um e desta forma de toda a comunidade.

Os TrepaBTT tinham em idealizado alguns episódios do Amigos On GPS 🔺 em 2020 e vão fazer alguns, mas face às circunstâncias atuais os moldes serão diferentes…

Deixará de ser evento de momento único, mas sim a partilha do percurso e informação mínima para vossa segurança, assente sempre na autonomia, aventura e orientação por gps.

Este evento estará ativo todos os feriados e fins-de-semana até ao final de outubro de 2020, pelo que esperamos ter notícias vossas até lá. ;)

O track de gps será partilhado publicamente para download de todos que queiram descer o vale do rio Arda e acompanhar o curso desta fantástica e serpenteante linha d´água.

Não aconselhamos fazer a solo, organizem-se em pequenos grupos de amigos e cumpram as orientações sanitárias das entidades competentes.

Existem alguns pontos de abastecimentos marcados no track, mas existem muitos mais ao longo de percurso facilmente identificados, ainda assim não descurem da autonomia e partam preparados.

Atendendo a que é uma disponibilização pública de um track gps criado por nós e não sendo um evento propriamente dito e organizado, declinamos qualquer responsabilidade de ocorrências que possam surgir durante a navegação do track disponibilizado.

Por último pedimos que partilhem neste eventos as vossas atividades, fotos, crônicas, vídeos e críticas.

https://www.facebook.com/events/566663354247815/


Divirtam-se!

Amigos on GPS 🔺 de Amigos para Amigos.
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