Coordenadas 847

Uploaded 15 de Março de 2018

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próximo a Vila Nossa Senhora Aparecida, Mato Grosso do Sul (Brazil)

Mais um pedal mapeando lugares da nossa cidade Morena. Desta vez escolhemos as Praças. Como no pedal das Igrejas, a historia de cada lugar se encontrara na descrição da foto.
Praça República da Armênia R. Genebra (entre R. Marlene e R. Naviraí) A praça Giocondo Orsi não tem mais este nome. Depois de promulgada a lei municipal nº 4949/11, ela passa a ser chamada de Praça República da Armênia. Na Capital, os armênios estão presentes principalmente no setor do comércio nas Ruas 14 de Julho, Dom Aquino, 7 de Setembro, assim como na 26 de Agosto. A nomenclatura da praça remete a história dos armênios que viviam no Império Otomano, chamados Turcos. No Brasil a comunidade Armênia reúne entre 90 e 130 mil pessoas, que se dedicam sobretudo ao comércio, especialmente de calçados.
Bosque da Paz, Breno e Leonardo. R. das Folhagens, s/n (entre R. Mário de Andrade e R. Kame Takaiassu). É uma homenagem pela memoria de dois jovens universitarios que foram vitimas de um crime brutal ocasionado pelo trafico de drogas. Este foi o local escolhido para ser um marco na busca pela paz, através da cultura, da arte e pela concientização da sociedade para que possamos mostrar aos nossos jovens que é possível uma vida "legal" longe das drogas e da violência. Breno Silvestrini 12/11/93 - 30/08/12 Leonardo Fernandes 07/09/92 - 30/08/12
Praça da Nascente do Bairro Coophafé. Av. Nelly Martins, 51 - Monte Carlo. Hoje está completamente abandonada.
Praça do Bairro Coophafé. A praça está localizada no quadrilátero das Ruas Tolueno, Rua das Garças, Rua Cadênio e Rua Selênio. Nesta praça havia um pista de BMX.
Praça Republica da Bolívia. A praça fica no quadrante composto pela Rua das Garças, Rua Barão da Torre, Rua Dias Ferreira e Rua Aníbal de Mendonça, no bairro Santa Fé. Sua fundação veio da ação do músico, topógrafo e ambientalista Edgar Mancilla, falecido em 2013, e de sua esposa, a música, artesã e artista plástica Miska Thomé. Edgar, que era boliviano, sugeriu o nome de “Praça da República da Bolívia”, em homenagem ao país tão próximo e cuja cultura é ainda pouco conhecida pelos campo-grandenses. Desde 2005 nos segundos domingos do mês acontece o projeto Domingo Cultural. O evento têm como carro chefe as danças e comidas típicas do país vizinho, também é aberto a outras manifestações culturais que não estão relacionadas à Bolívia.
Parque Ecológico das Águas do Prosa Av. Arquiteto Rubens Gil de Camillo, s/n (entre Av. Afonso Pena e R. Oceano Atlântico) Oficialmente Parque Oswaldo Arantes, o Parque Ecológico das Águas do Prosa é composto pela área de várzea do Córrego Prosa nas proximidades do Shopping Campo Grande.
Praça Itanhangá Está localizada entre as ruas Chaadi Scaff e Antônio Oliveira Lima. Área de Lazer Lúdio Martins Coelho Filho "Ludinho". Possuí pista para caminhada, quadra de futsal, equipamentos de ginástica, riacho com peixes, coreto, quiosques, nascentes de água, além de um parque infantil. A praça foi adotada pela Fundação Lowtons de Educação e Cultura (FUNLEC) em 16 de junho de 1999. Atualmente a praça esbanja beleza, vida e riqueza cultural.
Praça Pantaneira. Rua Vinte e Cinco de Dezembro equina com Rua Barão do Rio Branco. A praça foi inaugurada em 2007 com estátuas de animais originais do Pantanal confeccionados pelo artesão Levi Batista do Nascimento. Também conhecida como Praça do Poeta em homenagem ao Poeta Manoel de Barros.
Praça Esportiva Belmar Fidalgo. Está localizada no quadrilátero da Rua Barão do Rio Branco, Rua Vinte e Cinco de Dezenbro, Rua Dom Aquino e Rua 13 de Junho. A Praça Esportiva Belmar Fidalgo, antigo Estádio Belmar Fidalgo, está localizado no Centro de Campo Grande. Seu terreno foi doado em 1930, Sua primeira estrutura foi construída em 1933 como estádio de futebol. Em 1987, tornou-se uma praça esportiva. Em 1994, o local passou por uma grande reforma. Na Praça Belmar Fidalgo existem duas quadras poli esportivas, quadras de areia, pista de cooper, banheiros, duchas, campo de futebol suíço, playground infantil, área para ginástica, sede administrativa, muito verde e uma forte iluminação. O local é muito frequentado, sobretudo aos finais de tarde.
Praça da Republica ou Praça do Radio Clube. Em 1915 a área situada entre as ruas Padre João Crippa, Pedro Celestino, Barão do Rio Branco e av. Afonso Pena, era propriedade de Fernando Novaes, sendo concedida por aforamento perpétuo a Santo Antônio e Nossa Senhora Abadia. Destinado à construção da igreja matriz da cidade, permaneceu apenas como praça da diocese até a efetivação de permuta com a prefeitura para a construção do logradouro em 1961. Em 26 de agosto de 1962 a Praça República foi inaugurada, e em outubro de 1977 com a criação do estado de MS recebeu a denominação de Praça Presidente Ernesto Geisel. Em 15 de outubro de 1997 passa à denominação de Praça do Rádio Clube. Ao longo do tempo foi ali implantado a estátua de Vespasiano Barbosa Martins, o Monumento da imigração Japonesa, placa de bronze alusiva a Pedro Pedra e o Espaço Monumento Infinito e Vibração Cósmica. Em maio de 2000 após revitalização, a praça recebe novo paisagismo além de palco, parque infantil e o quiosque da arte.
Estátua Manoel de Barros (19/12/16 - 13/11/14). Avenida Afonso Pena esquina com Rua Rui Barbosa. Manoel Wenceslau Leite de Barros é cuiabano de nascimento. Sua mãe o teve no Beco da Marinha, que fica à beira do Rio Cuiabá, em 19 de dezembro de 1916. Filho de João Venceslau Barros, capataz com influência na região na época. Quando tinha um ano, o pai decidiu fincar raízes no Pantanal de Corumbá (cidade distante 417 quilômetros a noroeste de Campo Grande), onde adquiriu uma fazenda. Morador de Campo Grande, advogado de formação, fazendeiro e poeta. Nequinho, como era chamado pela família, cresceu brincando no terreiro em frente da casa, com o pé no chão do Pantanal Sul-Mato-Grossense, entre currais e suas coisas "desimportantes”.
Praça Ary Coelho. O local abrigou o primeiro cemitério de Campo Grande (na época, arraial de Santo Antônio), tornando-se praça em 1909 com o novo traçado da cidade. Em 1954 recebeu o nome de Praça Ary Coelho em homenagem ao Prefeito de Campo Grande Ary Coelho de Oliveira, assassinado em 1952, em Cuiabá-MT. A praça costuma abrigar shows musicais, além de apresentações de teatro e capoeira. É a praça mais tradicional da capital.
Monumento aos Desbravadores. Marco da história de Campo Grande, o Monumento dos Desbravadores, na região do Horto Florestal, faz menção aos primeiros habitantes da cidade. Projetada por Neide Ono e Marisa Oshiro Tibana, no ponto exato da confluência entre os córregos Prosa e Segredo.
Praça da União ou Praça das Araras. Situada no bairro Amambaí, entre as ruas João Rosa Pires e Terenos, a praça é uma das mais procuradas pelos campo-grandenses e visitantes. Foi inaugurada junto com o Mercado Municipal Antônio Moreira Alves em 1964. Após o término da construção do complexo Cabeça de Boi, em 1996 a praça foi totalmente remodelada ganhando espelho d’água, quadra polivalente, parque infantil e o monumento das araras. O artista plástico Cleir idealizou o monumento, buscando despertar a população para a informação da preservação da arara azul, ave em extinção considerada a maior e mais bela arara do mundo.
Praça Esportiva Elias Gadia. A Praça Esportiva Elias Gadia, é o antigo Estádio Elias Gadia. Está localizado no bairro Taveirópolis numa praça, que recebeu ainda iluminação especial que permite o funcionamento do local no período noturno. Possui um amplo espaço de lazer com quadra poliesportiva, playground, áreas de descanso com bancos, pista de caminhada, campo de futebol society e quadras de areia para a prática de futebol e vôlei de areia. O estádio é um espaço de lazer aberto à população para a prática de atividades esportivas, eventos musicais e outras ações realizadas pela comunidade local.

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