Tempo em movimento  6 horas 33 minutos

Horas  11 horas 20 minutos

Coordenadas 21547

Uploaded 21 de Junho de 2019

Recorded Junho 2019

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429,09 km

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próximo a Guarda, Guarda (Portugal)

N18- Estrada do Interior - liga Guarda a Ervidel.
A EN 18- Estrada do Interior é uma estrada nacional que integra a rede nacional de estradas de Portugal.

Atravessa o Rio Tejo na Ponte de Portas de Ródão.

Em muitos dos troços, houve uma desclassificação da estrada por causa da construção da via rápida IP2, no entanto ainda persistem troços com a designação N18.

Cruza com:
A 6, A 23, IP 2, IP 8, N 2, N 3, N 4, R 18-3, N 112, N 119, N 121, R 233, N 238, N 241, N 245, N 246, N 254, N 256, N 258,R 369, R 372, N 384
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Aqui começa a N18 Rua 31 de Janeiro
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Sfhir 'Leyenda Dorada' - Guarda

Mural de Sfhir patente na Guarda entre os melhores do mundo. O mural “Leyenda Dorada” da Rua 31 de Janeiro, pintado durante o 2º Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda, pelo artista espanhol Sfhir está na seleção dos melhores murais do mundo de 2017, feito pelo portal Isupportstreetart.com. Um outro mural surge na cidade mais alta, junto à rotunda do Guê, também ele da autoria de SFHIR (Hugo Lomas) e também ele inspirado pela Guarda, homenageando Sacadura Cabral, Nuno de Montemor, Vergílio Ferreira, Eduardo Lourenço e Augusto Gil. Os murais foram desenvolvidos no âmbito Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC), promovido pelo Município da Guarda, anualmente, desde 2016. Segundo a autarquia, “o SIAC, num registo Ibérico e Europeu, pretende promover a fruição artística na cidade mais alta, fomentando a riqueza patrimonial e criativa urbana.”
Building of interest

O Cú da Guarda - Sé Guarda

A famosa gárgula da Sé da Guarda O Cu da Guarda é uma gárgula esculpida numa esquina da Sé Catedral, obra negra e gótica que se encontra na parte alta da urbe (uma porção dela tida como uma judiaria), e trata-se, provavelmente, do maior orgulho das gentes guardenses. Caso não o encontrem por vocês próprios, o ideal é perguntarem a um local onde ele fica, porque qualquer um o sabe apontar. Está nas traseiras, por baixo de um dos pináculos deste imponente monumento dark português: duas nádegas abertas e com o vasto ânus bem exposto entre elas. Quem fez tal coisa, não se sabe. Mas a intenção parece ser óbvia: provocar Castela, visto o cu estar virado para Espanha. Este sentido parece ser o mais plausível, sobretudo se tivermos em conta que a Guarda não é a única povoação a querer desafiar os espanhóis com algum sentido de humor à mistura – há mais gárgulas em formas de cu em Portugal, sendo igualmente conhecida a de Caminha, também ela voltada para a fronteira. Há quem defenda que tal estátua foi feita à revelia do bispado, dado não ter um look propriamente católico. Pessoalmente, acho difícil que assim tenha acontecido. As gárgulas tinham um lado funcional, como se sabe, servindo para escorrer as águas dos telhados. Mas nas igrejas foram também usadas enquanto alegoria, coisa que dá pano para mangas e que não será falado no presente texto. Mas interessa daqui realçar que estas esculturas tinham igualmente uma função evocativa, consentida pelo clero, e que, de resto, nunca tiveram propriamente um aspecto angelical, pelo contrário. Ou seja, não só acredito que as mais altas patentes da igreja tenham tido conhecimento do Cu da Guarda, como também acredito que tenha sido mesmo ideia delas, matando dois coelhos de uma só cajadada: por um lado tinham uma representação do imoral fora do espaço sagrado interior, em oposição à representação do bem no lado de dentro; e por outro davam um cunho nacional a esta cidade defensiva, que de resto só cresceu tanto por ser um excelente bastião contra o invasor castelhano. Hoje, o Cu da Guarda funciona também como inspiração para artistas guardenses. Só prova o quão importante ele é na construção da identidade desta guerreira cidade beirã. in "https://www.portugalnummapa.com/cu-da-guarda/"
Arquitetura religiosa

Sé Guarda

Na Guarda, a cidade mais alta de Portugal, respira-se um ar saudável e leve, próprio da montanha onde está inserida - a Serra da Estrela, a maior área protegida portuguesa. A Praça Luís de Camões, também conhecida por praça velha é o principal espaço público da cidade. Entre os edifícios que a circundam destacam-se as casas nobres que pertenceram a famílias abastadas como o Solar dos Póvoas, os antigos Paços do Concelho com arcadas no piso inferior, e especialmente a imponente Catedral. Esta igreja-fortaleza em estilo gótico possui um interior totalmente acessível onde poderá admirar um magnífico retábulo em pedra de Ançã, uma obra marcante do renascimento tardio. in "https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/guarda-itinerario-acessivel"
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Gelgurte

Rotunda "GELGURTE" Somos uma empresa sediada na Guarda, de capital 100% português, criada em 1973. Fabricamos e comercializamos Produtos Lácteos Frescos: Iogurtes, Leites Fermentados, Sobremesas Lácteas, Gelados, Sorbets e Gelatinas. Fazer bons produtos é um desígnio estratégico fundamental à nossa forma de estar no mercado. Apenas seleccionamos os melhores ingredientes, temos os processos de fabrico mais modernos, utilizamos a tecnologia mais recente e orgulhamo-nos de ter um departamento próprio de Inovação & Desenvolvimento, experiente e muito conhecedor do Consumidor Português. Por fim, garantimos a manutenção das características do nosso produto até ao Ponto de Venda, através de um Controlo de Qualidade exigente e de uma rede própria de transporte em frio, de cobertura nacional (Portugal continental). In "https://gelgurte.pt/quem-somos/empresa/"
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Primeiro hectómetro da N18

Aqui fica o registo do 1º hectómetro que se encontra.
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Covilhã

A Covilhã DmC • GCMAI é uma cidade portuguesa pertencente ao distrito de Castelo Branco, na província da Beira Baixa, região estatística do Centro e sub-região das Beiras e Serra da Estrela. É a porta da Serra da Estrela e tem 36 356 habitantes[2] no seu perímetro urbano formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo. É sede dum município com 555,60 km² de área[3] e 51 797 habitantes (2011),[4][5] subdividido em 21 freguesias.[6] O município é limitado a norte pelos municípios de Seia e Manteigas, a nordeste pela Guarda, a leste por Belmonte, a sul pelo Fundão e a oeste por Pampilhosa da Serra e Arganil. É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores de quinhentos, hoje uma cidade com Universidade pública. A cidade da Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda, Castelo Branco, etc. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude. O ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1 993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), estando incluída em três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia,[7] mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental. É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa. In "https://pt.wikipedia.org/wiki/Covilh%C3%A3"
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História - Covilhã

O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos séculos XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã e do Fundão para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra "Imagem da Vida Cristã". Um verdadeiro clássico. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título "notável" que lhe concedeu o rei D. Sebastião [9] como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha. As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza.". In "https://pt.wikipedia.org/wiki/Covilh%C3%A3"
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Lenda de Tortosendo

A Lenda de Tortosendo De acordo com a lenda local, há muito tempo atrás existiu em Tortosendo uma pequena casa onde vivia uma família muito boa, unida, mas de humildes recursos. Diariamente a mãe limpava, cozia e tratava da panela, o pai saía de madrugava para ir cavar a terra, os filhos guardavam as ovelhas no pasto, e uma filha, doente e aleijada, triste e só, ficava em casa encostada a uma velha oliveira. Um certo dia, esta rapariga viu, deslumbrada, sentada num dos ramos mais baixos da oliveira uma senhora muito bela e bela e radiante que, sorrindo, lhe estendeu um objecto desconhecido e assim falou: "- Minha filha, pára com a tua tristeza e pega nesta roca com que passarás os teus dias a fiar. Embora doentinha e torta, sendo amiga de ajudares os teus pais, contribuirás assim para o bem estar da tua família e com o teu exemplo, que se propagará, para o progresso da tua terra!" Teria vindo deste acontecimento o nome de "Tortasendo" que mais tarde daria "Tortosendo", com o seu desenvolvimento da indústria de fiação e têxtil e a sua devoção a Nossa Senhora da Oliveira. O Restaurante Terrace Serra é, em primeiro lugar, projeto familiar que procura criar com os clientes um lugar onde se desenvolvam relações de cumplicidade. Privilegiámos uma atmosfera marcada pela luminosidade e uma decoração simplista com apontamentos destinados a tornar os diferentes espaços acolhedores.
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Castelo Branco

Castelo Branco terá tido a sua origem no local de um castro pré-romano. No início do séc XII existia uma povoação no cimo da Colina da Cardosa, em cuja encosta se desenvolveu o povoamento da vila. Castelo Branco MHC é uma cidade portuguesa, capital do distrito de Castelo Branco e, situada na região estatística do Centro, na sub-região da Beira Baixa e na antiga província com o mesmo nome, com cerca de 34 000 habitantes no seu perímetro urbano. É sede do terceiro maior município português, com 1 438,19 km² de área e 56 109 habitantes (albicastrenses) (2011), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Idanha-a-Nova, a sul pela Espanha, a sudoeste por Vila Velha de Ródão e a oeste por Proença-a-Nova e por Oleiros. Ao contrário de outras cidades da região, que cresceram notavelmente devido à indústria têxtil, Castelo Branco sempre teve uma importância geoestratégica e política em Portugal. Não está, por esse motivo, sujeita às flutuações económicas que deslocalizaram empresas têxteis - mormente de laboração manual desqualificada - como sucedeu na região norte e na Cova da Beira. A composição sociológica predominante é por esse motivo também muito diferente de outras cidades de cultura do operariado. Foi considerada em 2006, num estudo elaborado pela DECO, a segunda capital de distrito do país com melhor qualidade de vida. Em 2017, encontra-se em 36º lugar nacional, e 7º lugar da região Centro, segundo um estudo pela consultora Bloom Consulting.
Património Mundial

Geoparque Naturtejo

No interior do país, onde o Rio Tejo passa a ser português, encontra-se um território preservado em que as populações vivem ao ritmo da natureza e parecem ter todo o tempo do mundo para partilhar com os outros as suas histórias e saberes. É aqui que se situa o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, que abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Rodão. Nesta área encontram-se 16 geomonumentos de importância reconhecida pela UNESCO, como as imponentes Portas de Ródão, que comprimem o percurso do maior rio da Península Ibérica, ou os icnofósseis de Penha Garcia, cujas formações curiosas nos surpreendem. Mas há muito mais para conhecer nestas terras onde se integra o Parque Natural do Tejo Internacional. Ao chegar sentimos logo os cheiros a pinheiro, rosmaninho e alecrim que se desprendem da vegetação, onde se escondem coelhos, veados e raposas que desaparecem num ápice ao notarem a nossa presença. Com mais atenção conseguimos descobrir os abelharucos coloridos pousados nos ramos das árvores, ou os rouxinóis e as poupas que cantam ao desafio. As cegonhas negras voam mais alto e vêm passar uma temporada entre fevereiro e agosto. Já as águias imperiais e os abutres vivem em colónias e gostam de poisar nas fragas dos rios, de onde têm a melhor vista sobre a paisagem. O Geoparque organiza percursos para observação de aves em que podemos apreciar toda esta diversidade - são cerca de 154 as espécies que frequentam estas paragens! In "https://www.visitportugal.com/pt-pt/node/73757"
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Linha da Beira Baixa

Vila Velha de Rodão. Nesta área encontram-se 16 geomonumentos de importância reconhecida pela UNESCO, como as imponentes Portas de Ródão, que comprimem o percurso do maior rio da Península Ibérica, ou os icnofósseis de Penha Garcia, cujas formações curiosas nos surpreendem. Mas há muito mais para conhecer nestas terras onde se integra o Parque Natural do Tejo Internacional. In "https://www.visitportugal.com/pt-pt/node/73757"
Ponte

Ponte sobre o Tejo - Rodão

LONGE DAQUI - O Filme de 1993, João Guerra Mesmo antes de atravessar a ponte existe uma bomba de gasolina onde os dois protagonistas deste filme param. Artur e Manuel têm pouco mais de vinte anos, conhecem-se desde sempre, são amigos desde os tempos da escola. O seu reencontro leva-os numa viagem-aventura até Niza, à procura de um velho mecânico. Manuel decidiu vender o seu carro, um deslumbrante Ford Fairlaine de 1957, e pensa que vai conseguir interessar o antigo dono: Vítor, sessenta e tal anos. Uma avaria obriga-os a parar em Vila Velha de Ródão. Artur acaba por encontrar um misterioso mecânico reformado e silencioso. Vive numa casa isolada com uma sobrinha, uma casa cheia de recordações de África. Entre Artur e Vítor nasce uma grande cumplicidade, Vítor sente a morte a aproximar-se e quer morrer na sua terra, uma aldeia perdida de Trás-os-Montes, Artur decide ajudá-lo a chegar ao seu destino final. Entre a sobrinha, Maria João, e Artur nasce uma grande atracção. Ela é a única ligação à vida do velho mecânico, está presa em vida à espera da morte do tio que, sabe, será a sua entrada na vida adulta. O velho mecânico é Vítor o antigo dono do carro de Manuel. A viagem-aventura dos dois rapazes acaba e começa outra viagem: a de Vítor até à morte. Levado por Artur e perseguidos por Manuel e Maria João que, impotente, pressente o que se passa. Longe daqui. Nunca chegarão ao destino. Ou era o destino? In "http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/2417/Longe+Daqui"
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Miradouro Portas do Rodão

É aqui que se situa o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, que abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Rodão. Ao chegar sentimos logo os cheiros a pinheiro, rosmaninho e alecrim que se desprendem da vegetação, onde se escondem coelhos, veados e raposas que desaparecem num ápice ao notarem a nossa presença. Com mais atenção conseguimos descobrir os abelharucos coloridos pousados nos ramos das árvores, ou os rouxinóis e as poupas que cantam ao desafio. As cegonhas negras voam mais alto e vêm passar uma temporada entre fevereiro e agosto. Já as águias imperiais e os abutres vivem em colónias e gostam de poisar nas fragas dos rios, de onde têm a melhor vista sobre a paisagem. O Geoparque organiza percursos para observação de aves em que podemos apreciar toda esta diversidade - são cerca de 154 as espécies que frequentam estas paragens! In "https://www.visitportugal.com/pt-pt/node/73757"
Rio

Rio Tejo a passar pelas portas do Rodão

Rio Tejo a passar pelas portas do Rodão
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Nisa

Torre da Amieira - Nisa Castelo de planta rectangular com torres de ângulo, de secção quadrada, não maciças, interligadas pelos adarves dos troços de muralha; a Torre de São João, a sudeste, tem dois pisos, dispondo a de Menagem, a nordeste, de quatro (uma das janelas é mainelada, com moldura gótica). As quadrelas norte e sul apresentam escadas endossadas que dão acesso aos adarves; no centro do pátio, uma cisterna. O castelo está envolvido por barbacã de desenho pentagonal, com porta principal a nascente, envolvendo aí, a capela quinhentista de São João. É também neste sector que se abre a porta principal do castelo, junto à Torre de Menagem, localizando-se a da traição na diagonal oposta, através da qual se acede à liça e daí a exterior pela porta da barbacã, a sudoeste. In "http://www.cm-nisa.pt/casteloamieira.html"
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Portalegre

Bela forma de entrar em Portalegre.
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Portalegre

Portalegre Situada na Serra de São Mamede e perto da fronteira com Espanha, Portalegre teve uma posição estratégica na defesa do território durante a Idade Média. O rei D. Afonso III (1248-79) doou-a ao filho bastardo D. Afonso Sanches. Esta ação foi muito contestada pelo irmão D. Dinis (1279-1325), seu sucessor, que em 1299 a integrou nos bens da coroa, mandando então reconstruir o Castelo. Ainda na época medieval, estabeleceu-se em Portalegre a ordem religiosa franciscana no Convento de São Francisco e no Convento de Santa Clara. No início do séc. XVI, depois de fundada a Misericórdia de Portalegre, o Bispo da Guarda, D. Jorge de Melo, mandou construir o Convento Cisterciense de São Bernardo. A cidade, reconhecida nessa época como um importante centro administrativo e económico, foi elevada a cidade por D. João III, que então criou a Diocese de Portalegre e mandou construir a Sé Catedral. A ação do novo bispado afirmou-se na construção do paço Episcopal e do Seminário Diocesano, hoje transformado em Museu Municipal. Os séculos XVII e XVIII deixaram na cidade um forte caráter barroco que ainda se conserva nalguns monumentos, como a Igreja de São Lourenço, e nas casas apalaçadas de que o Palácio Amarelo, o Palácio dos Falcões ou o Palácio Achioli são exemplos notáveis, conservando os brasões das famílias que os habitaram e uma rica decoração em ferro forjado, trabalho singular na região. Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, e com o advento da revolução industrial, a cidade esforçou-se em dar resposta ao progresso atribuindo novas funcionalidades aos antigos conventos e palácios. São exemplo disso o Convento de Santo Agostinho, transformado em quartel da GNR, o Convento de São Bernardo, o Convento jesuíta de São Sebastião, ocupado pela Manufatura de Tapeçarias de Portalegre ou o Palácio Castel-Branco, recentemente adaptado a Museu de Tapeçaria de Portalegre Guy Fino que relembra o contributo da indústria têxtil para o desenvolvimento da cidade. Em Portalegre, que se percorre facilmente a pé, destaca-se ainda a Casa-Museu de José Régio, poeta português. Nos arredores, importa salientar o miradouro da Igreja de Nossa Senhora da Penha e a Igreja do Bonfim, na estrada em direção a Marvão e Castelo de Vide, localidades que também merecem uma visita atenta. In "https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/portalegre"
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Miradouro Capela de Sant'Ana - Portalegre

A Capela de Sant'Ana localiza-se na cidade e concelho de Portalegre, no distrito de mesmo nome, em Portugal. À entrada da cidade pelo lado lado sul, dista cerca de 400 metros das antigas muralhas do Castelo de Portalegre. Este templo remonta ao século XVIII, de acordo com a tradição local no lugar onde, no século XVI, existia uma primitiva ermida sob a mesma invocação. O interior é de uma só nave com Capela-Mor, para a qual se sobem quatro degraus. O pavimento é ladrilhado, e ela possui dois baldaquinos e cortinas vermelhas. Tem um silhar pintado dos finais do século XVIII. Nas paredes há painéis sobre tela emoldurados em talha dourada que representam: - Apresentação da Nossa Senhora no Templo - Adoração dos Pastores - Nascimento da Virgem - Morte de Santa Ana - Virgem aprendendo a ler - Sagrada Família Dos dois lustres que existiam, resta apenas um. A torre ergue-se sobre três arcos redondos, e é rematada por uma cúpula cónica entre quatro pináculos e dois olhais de cantaria. Da calçada feita em 1852 já nada existe.
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Praça de Touros de Portalegre

A Praça de Toiros de Portalegre, oficialmente Praça de Toiros José Elias Martins, é uma Praça de Toiros em Portalegre, tendo sido inaugurada em 1936. A Praça foi construída na Herdade da Misericórdia, localizada nos arredores de Portalegre e propriedade do lavrador José Elias Martins, um dos maiores proprietários agrícolas do Alto Alentejo, ficando assim com o seu nome. Mantém-se até hoje como propriedade privada. in "https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_de_Toiros_de_Portalegre"
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Rua Visconde da Luz em Monforte

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Arco

Arco na Rua Dr. José Frederico Laranjo. Acesso à praça da República.
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Monforte

A Capela do Calvário, também referida apenas como Calvário localiza-se na cidade e concelho de Portalegre, no distrito de mesmo nome, em Portugal. Na frontaria tem cruzes de azulejos, com inscrições referentes aos Passos da Paixão. Em seu interior destaca-se um altar com imagens aderentes e dois oratórios escavados nas esquinas que se dobram um pouco além da porta principal. Colocado num ponto elevado, tem no adro um cruzeiro de mármore, assente numa base quadrada, e sobre ela uma círculo, também em mármore, com caveiras esculpidas. É comum ver a capela referida como sendo uma das obras mais representativas da arquitectura religiosa do período pós-pombalino (século XVIII), mas muitos estudiosos têm dúvidas quanto à data da sua construção, que pode ser do século anterior. Em tempos fazia-se uma procissão desde o centro de Portalegre até à capela. Para aliviar os seus pecados, os penitentes que nela tomavam parte caminhavam de cara tapada, carregando o peso que julgavam capaz de suportar: madeiros aos ombros, pedras e correntes presas às pernas, etc. Reza a tradição local que numa dessas procissões um penitente entrou numa pequena casa quase ao pé do calvário e assassinou um menino de berço, porque a mãe o rejeitara e casara com outro. A procissão nunca mais se realizou após esse acontecimento. In"https://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_do_Calv%C3%A1rio_(Portalegre)"
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Monforte

Praça da República
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Estremoz

Estremoz é uma cidade portuguesa no Distrito de Évora, na região do Alentejo, sub-região do Alentejo Central e com 7 483 habitantes. É sede de um município com 513,80 km² de área e 14 318 habitantes, subdividido em nove freguesias. in "Wikipédia" Estremoz é uma cidade portuguesa no Distrito de Évora, na região do Alentejo, sub-região do Alentejo Central e com 7 483 habitantes (2012). É sede de um município com 513,80 km² de área e 14 318 habitantes (2011),subdividido em nove freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Sousel e Fronteira, a nordeste por Monforte, a sueste por Borba, a sul pelo Redondo e a oeste por Évora e por Arraiolos. É conhecida internacionalmente pelas suas jazidas de mármore branco, o chamado Mármore de Estremoz. A exploração do mármore de Estremoz tem uma origem muito antiga, como comprova o Templo romano de Évora, que contém mármore originário de Estremoz. Está também presente no altar-mor da Catedral de Évora. A Estremoz foi concedida a distinção de «Notável Vila», atribuída pelos reis de Portugal a muitas das suas vilas; foi elevada à categoria de cidade em 1926. A centenária Praça de Toiros de Estremoz foi inaugurada em 1904 e por ela passaram, até aos dias de hoje, várias figuras do toureio nacional e internacional. Devido ao mau estado de conservação em que a Praça se encontrava em 2011, o Município estabeleceu um protocolo com o Centro de Bem-Estar Social de Estremoz, entidade proprietária do imóvel, com vista à sua recuperação e adaptação a espaço multifunções. A 30 de agosto de 2013, depois de efetuadas as obras de reconversão do espaço, a Praça de Toiros foi reaberta ao público, com a realização de uma Corrida de Toiros, na qual participaram os cavaleiros António Telles, João Salgueiro, Rui Fernandes, Vítor Ribeiro, João Moura Caetano, João Telles Jr. e João Maria Branco, os grupos de forcados de Monforte e Montemor, e tendo sido lidados 7 touros da Ganadaria Pinto Barreiros. A obra de reconversão da Praça de Toiros de Estremoz veio permitir a realização de diversas atividades culturais e desportivas, para além dos espetáculos tauromáquicos, tendo a obra consistido ainda na recuperação das muralhas e dos espaços envolventes, desde as Portas de Santa Catarina até à Praça. Foi ainda construído um edifício de apoio ao funcionamento deste novo equipamento, onde funciona atualmente a sede da OPE - Associação Tauromáquica de Estremoz, coletividade estremocense à qual o Município entregou a gestão da Praça. A Praça de Toiros de Estremoz é classificada administrativamente como de 2.ª categoria e foi construída ao estilo clássico, tendo uma lotação de 2.660 lugares. In"http://www.cm-estremoz.pt/pagina/camara-municipal/praca-de-toiros-de-estremoz"
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Porta de Santa Catarina - Estremoz

Em 1336, a Rainha Santa Isabel, então com 65 anos, deslocou-se a Estremoz desde o convento franciscano em Coimbra onde se tinha recolhido após a morte de D. Dinis, seu marido, de modo a evitar uma guerra entre o seu filho Afonso IV e o rei de Castela Afonso XI. Afonso IV declarou guerra a Afonso XI pelos maus tratos que este infligia à sua esposa D. Maria (filha do rei português). A Rainha Santa Isabel colocou-se entre os dois exércitos desavindos, e de novo evitou a guerra tal como tinha acontecido em 1323 na batalha de Alvalade, entre as tropas de D. Dinis e as de D. Afonso IV. A enciclopédia do D.N. diz que a Rainha Santa faleceu nesta data. Estremoz foi o local de falecimento do rei D. Pedro I, em 1367, no convento dos franciscanos. Na crise de 1383-1385, foi uma das cidades que se revoltaram no Alentejo a favor de João de Aviz, pouco depois do assassínio do Conde de Andeiro em Lisboa. Foi nas proximidades de Estremoz que se deu a primeira batalha entre portugueses e castelhanos à época, a batalha dos Atoleiros, ganha pelos primeiros sob o comando de D. Nuno Álvares Pereira. Em 1659, foi em Estremoz que o exército português se reuniu às ordens de D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede, para socorrer Elvas, que se encontrava cercada por um exército espanhol, comandado por D. Luís de Haro. De ali partiram para derrotar os espanhóis na Batalha das Linhas de Elvas, tendo causado enormes baixas aos seus adversários. Em 1663 o exército espanhol, comandado por D. João de Áustria e o exército português, comandado pelos condes de Vila Flor e de Schomberg defrontaram-se nos campos de Ameixial a 5 km de Estremoz. O exército espanhol tinha acabado de conquistar Évora. Era constituído por 3000 cavaleiros e 2000 homens a pé, sendo este um dos mais perigosos ataques espanhóis durante a guerra da Restauração. Depois da batalha, o exército espanhol retirou para Badajoz. Em Fevereiro de 1821, Mouzinho da Silveira foi encarregado da diligência de arrecadação da Fazenda em Estremoz.
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Évora

Évora ao Longe
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Évora

A Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250. É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves. Nos séculos XV e XVI, a catedral recebeu grandes melhoramentos, datando dessa época o coro-alto, o púlpito, o baptistério e o arco da capela de Nossa Senhora da Piedade, também conhecida por Capela do Esporão, exemplar raro de arquitetura híbrida plateresca, datado de 1529. Do período barroco datam alguns retábulos de talha dourada e outros melhoramentos pontuais nas decorações sumptuárias. Ainda no século XVIII a catedral foi enriquecida com a edificação da nova capela-mor, patrocinada pelo Rei D.João V, onde a exuberância dos mármores foi sabiamente conjugada com a austeridade romano-gótica do templo. Em 1930, por pedido do Arcebispo de Évora, o Papa Pio XI concedeu à Catedral o título de Basílica Menor. Nas décadas seguintes foram efectuadas algumas obras de restauro, tais como a demolição das vestiarias do cabido, do século XVIII, (que permitiram pôr a descoberto a face exterior e as rosáceas do claustro) e o apeamento de alguns retábulos barrocos que desvirtuavam o ambiente medieval das naves laterais. In"https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9_Catedral_de_%C3%89vora"
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Manel da Gaita - Évora

Rotunda "Manel da Gaita". Esta peça escultórica representando três bicicletas "em movimento”, pretende simbolizar a paixão que o eborense Manuel Francisco, ou Manel da Gaita como por todos era conhecido, sempre dedicou ao ciclismo, esta peça concebida por Miguel Araújo e criada por Alberto Silva, que se encontra instalada desde 2009 na agora denominada ‘Rotunda Manuel Francisco’, na entrada sul da cidade de Évora. “Manel da Gaita” foi um empresário do ramo das duas rodas que na sua juventude se notabilizou como ciclista, representando as cores do Juventude Sport Clube, tendo mais tarde sido treinador da equipa de ciclismo do mesmo clube. In"https://www.geocaching.com/geocache/GC3RB2G_rotunda-manel-da-gaita" A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca umbrella da Adega Cartuxa, do Lagar Cartuxa, Enoturismo Cartuxa e da Enoteca Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea Cartuxa, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca, bem como dos azeites EA e Cartuxa. Excelência, qualidade e individualidade - num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo -, são estes os valores reconhecidos pelo público à marca Cartuxa. A força do nome e a associação positiva ao mesmo, faz com que quem experimente se torne automaticamente num leal consumidor. O vinho, o azeite e os projetos Enoturismo Cartuxa e Enoteca Cartuxa, traduzem igualmente estes mesmos valores. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios. in "https://www.cartuxa.pt/pt/base/1/1"
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Café 'NACIONAL 18' - São Matias

Aproximadamente ao Km332,200 na freguesia de São Matias encontramos o café Nacional 18. Acolhimento 5 estrelas, amigos simpaticos.
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Rotunda Força Aérea - Beja

Beja é uma cidade portuguesa pertencente à região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, capital do Distrito de Beja e Capital do Baixo Alentejo com cerca de 23 400 habitantes no seu perímetro urbano, sendo a capital do Distrito de Beja e sede da Diocese de Beja. É sede de um dos mais extensos municípios de Portugal, com 1 106,44 km² de área e 35 854 habitantes (2011), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Cuba e Vidigueira, a leste por Serpa, a sul por Mértola e Castro Verde e a oeste por Aljustrel e Ferreira do Alentejo. Sóror Mariana Alcoforado. É atribuída à freira portuguesa Sóror Mariana Alcoforado (1640 - 1723), natural de Beja, a autoria de cinco cartas de amor dirigidas ao Marquês de Chamilly, passadas através da janela do Convento e datadas da época em que o oficial francês serviu em Portugal, país ao qual chegou em 1665. A sua obra Cartas Portuguesas tornou-se num famoso clássico da literatura universal. Lenda de Beja Conta a lenda que quando a cidade de Beja era uma pequena localidade de cabanas rodeada de um compacto matagal, uma serpente assassina era o maior problema da população. A solução para este dilema passou por assassinar a serpente, feito alcançado deixando um touro envenenado na floresta onde habitava a serpente. É devido a esta lenda que existe um touro representado no brasão da cidade. In "https://pt.wikipedia.org/wiki/Beja"
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Largo da Liberdade - Ervidel

Ervidel é uma freguesia portuguesa do concelho de Aljustrel, distrito de Beja, na região do Alentejo, com 38,85 km² de área e 1 005 habitantes (2011). Densidade: 25,9 hab/km². Fica junto à Barragem do Roxo, cuja ribeira é um dos afluentes do Rio Sado. A denominada Freguesia de S. Julião de Ervidel pertencia ao Concelho de Beja, tendo sido transferida para o de Aljustrel em 6 de Novembro de 1936. Do largo fronteiro à Igreja, a paisagem sobre a albufeira do Roxo é a perder de vista e a presença desta enorme e bela massa de água quase nos faz esquecer que nos encontramos em pleno Baixo Alentejo, tradicionalmente de clima quente e seco e de estiagem longa. Povoação muito antiga, como Montes Velhos, Ervidel é actualmente indissociável da barragem que abastece o perímetro de rega do Roxo. Desde sempre, foi terra de vinho, azeite e cereais. Aliás, a produção de vinho de todo o concelho tem estado a concentrar-se nesta freguesia. Por isso a paisagem de Ervidel, onde os vinhedos marcam forte presença desde os tempos mais remotos, continua, hoje em dia, a gozar das extensões de retorcidas cepas das várias castas de uva que fazem os seus afamados vinhos. Entre outras, destaque-se a adega Moreira, onde as talhas de barro remontam ao século XIX, estando a mais antiga datada de 1843. É nestas talhas que a uva esmagada fermenta, até acontecer o vinho novo, que se prova pelo S. Martinho. Devido à importância da exploração agrícola na freguesia, a Câmara Municipal de Aljustrel adquiriu o espólio reunido por um ilustre filho de Ervidel, Sr. José Ramires Saraiva. Este espólio foi musealizado, por iniciativa da edilidade, num novo espaço adaptado para o efeito, o Núcleo Rural de Ervidel do Museu de Aljustrel, onde poderá observar a recriação de uma casa rural, instrumentos de agricultura e o «Ciclo do Trigo», onde se faz um périplo pela cultura deste cereal desde a escolha da semente ao fabrico do pão. Pontos de Interesse: - Adegas. - Núcleo Rural de Ervidel/Museu de Aljustrel. - Lagar de azeite. - Edifício da Escola Agrícola Coronel Mourão. - Zona de caça. A 5 km de distância, poderá visitar a Barragem do Roxo, local de romaria para a comemoração do dia 25 de Abril mas principalmente no dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador. In "https://pt.wikipedia.org/wiki/Ervidel"
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MARKÁDIA

Barragem de Odivelas

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