Dificuldade técnica   Difícil

Horas  10 horas 21 minutos

Coordenadas 1231

Uploaded 25 de Julho de 2016

Recorded Julho 2016

  • Rating

     
  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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1.493 m
75 m
0
3,3
6,6
13,29 km

Visualizado 1347 vezes, baixado 112 vezes

próximo a Sítio Pinheirinho, Paraná (Brazil)

ATENÇÃO -Como chegar: a trilha para o cume da Serra da Prata começa na região de entorno do Parque, no bairro Morro Alto, município de Morretes. A partir de Curitiba, deve-se descer a serra sentido Paranaguá e pegar a Estrada da Limeira (saída à direita, no km 24 da BR 277-atenção para não passar a estrada), seguindo por ela por cerca de 7.7km.
O caseiro da área é o Sr. Jaime, morador antigo daquele local, que pode dar informações sobre a trilha e se já existem outras pessoas fazendo o percurso. A trilha encontra-se sinalizada por meio de fitas refletivas fixadas nas árvores. A trilha tem aproximadamente sete quilômetros de extensão, parte dela muito íngreme, exigindo grande esforço físico para completar seu percurso. Por isso é utilizada, geralmente, por praticantes de montanhismo ou pessoas com experiência em caminhadas de longa distância.
Tracklog de bate e volta ao cume da Torre da Prata, ou Morro Grande, a partir do Sítio do Seu Jaime na Estrada da Limeira.
Montanha localizada no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, Serra da Prata. É conhecido por ser o ponto mais alto da Serra da Prata, com cerca de 1.497m, e possuir uma das mais belas vistas do litoral paranaense, além do rio mais alto registrado na Serra do Mar do estado (cerca de 1300m).

ATENÇÃO: Realize o cadastro de visitantes de entrada e saída no site do Parque Nacional https://parnasainthilairelange.wordpress.com/cartilha-caminhante-consciente/
BASE: No começo da trilha, é possível estacionar no Sítio do Seu Jaime, recomendando-se pagar uma taxa módica por pessoa ou veículo. Não há estrutura de banheiro ou camping.
ATENÇÃO: Realize o cadastro de visitantes de entrada e saída no site do Parque Nacional https://parnasainthilairelange.wordpress.com/cartilha-caminhante-consciente/

Devido aos desafios nesta trilha que exigem do físico e psicológico, e uma certa habilidade, regraduo como uma trilha "Difícil", apesar de ser uma trilha de fácil acesso.

Trilha realizada com o grupo: Sem Limites!
(Ademir, Anderson, Aroldo, Carlise, Dayanne, Denise, Edézio, Hélio, Johnny, Karin, Mendes, Mercia, Ricardo, Terezinha).
  • Foto de Sítio do Seu Jaime
Sítio do Seu Jaime O caseiro da área é o Sr. Jaime, morador antigo daquele local, que pode dar informações sobre a trilha e se já existem outras pessoas fazendo o percurso. A trilha encontra-se sinalizada por meio de fitas refletivas fixadas nas árvores.
  • Foto de Rio início
Rio início
  • Foto de Árvore vermelha
Árvore vermelha
  • Foto de Árvore frondosa
Árvore frondosa
  • Foto de Árvore vermelha
Árvore vermelha
  • Foto de Rio / penúltimo
Rio / penúltimo
  • Foto de Vista
Vista
  • Foto de Pedra altar
Pedra altar
  • Foto de Rio + Alto da Serra - 1300m
Rio + Alto da Serra - 1300m
  • Foto de Mirante
Mirante
  • Foto de Abaixo da rocha
Abaixo da rocha
  • Foto de Local para acampar
Local para acampar O local comporta no máximo 5 pessoas – o espaço acomoda bem uma barraca até quatro lugares, ou três barracas pequenas (2-3 pessoas), sendo que a terceira tem que ser montada em terreno irregular. Por esse motivo, é importante que o grupo que pretende pernoitar no acampamento verifique se já há outras pessoas acampadas ou subindo a trilha com equipamentos para isso.
  • Foto de Cume
Cume

6 comentários

  • Foto de gvogetta

    gvogetta 4/abr/2018

    I have followed this trail  View more

    Bom mapeamento, tracklog precisa, confiável. Pontos marcados são relevantes e o nível de informação do descritivo é bem adequado e útil, além de correto. Utilizando parâmetros objetivos normatizados internacionalmente para avaliação de percursos, discordo um pouco do grau de dificuldade atribuído, avaliando este percurso como DIFÍCIL.

  • Foto de Johnny S

    Johnny S 4/abr/2018

    Boa tarde Getulio. Obrigado pela avaliação amigo.
    E ultimamente graças a seu posicionamento também ando revendo meus conceitos de dificuldade da trilha.
    Embora eu utilize um conhecimento empírico do "meu achomêtro". Está na hora de evoluir e utilizar uma forma consistente destas avaliações.
    Respeito muito seu posicionamento e alterarei este trajeto para Difícil.
    Obrigado pela sugestão.
    Abraços e boa trilha.

  • Foto de gvogetta

    gvogetta 4/abr/2018

    Salve Johnny!
    Então, debate bom esse, e longo.. Mas como mantemos sempre um diálogo de bom nível, creio que o assunto mereça abordagem aqui, apesar de não ser exatamente pertinente à trilha para a Torre da Prata, além de poder servir de referência para outros usuários.


    Essa classificação, ou graduação de dificuldade nem sempre é fácil, ou mesmo incontroversa, pois são diversos organismos e metodologias que tentam normatizar critérios de avaliação. A maioria, como as metodologias francesa (IFAS) e espanhola (MIDE), aceitas e empregadas no âmbito da UIAA e outras entidades esportivas européias e internacionais, assim como a própria Norma Brasileira ABNT NBR 15505 adota entre os seus critérios, parâmetros de avaliação do esforço físico a ser empreendido pelo caminhante, sob diferentes óticas e critérios de avaliação. Porém, esse é o parâmetro em que mais divergências existem e um dos mais difíceis de avaliar, dada a multiplicidade de parâmetros, nem sempre aplicáveis, todos, à um mesmo percurso, e à subjetividade que permeia este tipo de percepção, influenciada pela condição pessoal de cada avaliador. Então, particularmente, prefiro evitar a utilização desta variável na maioria das trilhas que não oferecem desníveis acumulados a vencer inferiores a 1000m ou mesmo distâncias totais inferiores a 25 km, que via de regra podem ser percorridas de "ataque" (bate e volta) de um dia, pois acaba sendo este um dado por vezes subjetivo, que pode mascarar outros tipos de "dificuldades" que podem colocar em risco o caminhante. Destarte, costumo na maioria dos casos, como citei acima, excluir o parâmetro físico da avaliação para graduar a dificuldade de um trajeto, justamente para tentar neutralizar essa subjetividade.


    Todavia não é bem este o caso da Torre da Prata, dado especialmente o grande desnível de subida entre a base e o cume, de mais de 1400m, tido como a segunda maior subida em amplitude altimétrica absoluta da Serra do Mar paranaense (atrás apenas do Ferraria pela trilha da face leste - cerca de 1700m), e ainda vencida em curta distância (menos de 7km), o que aumenta bastante o gradiente da subida, implicando em um grau de dificuldade física que não pode ser simplesmente ignorado no conjunto de variáveis.
    Fica então este post até mesmo para outros usuários também aprimorarem seus conceitos sobre o assunto, onde aproveito também para indicar o

  • Foto de gvogetta

    gvogetta 4/abr/2018

    ... excelente artigo do montanhista Marcelo Devaux, publicado no Blog de Escalada.


    Abraço!

  • Foto de Johnny S

    Johnny S 5/abr/2018

    Muito obrigado pelas orientações, será de grande importância a muito usuários, e com certeza irei aproveitar muito estas informações. Obrigado pela seu esclarecimento e constante dedicação nesta área.
    Com certeza irei ler e reler as informações juntamente com o artigo do do montanhista Marcelo Devaux afim de melhorar meus conceitos através de uma forma técnica mais aprimorada para graduação de níveis de dificuldade que pelo que percebi torna-se algo de grande complexidade.

    Para mim foi de grande relevância o seu parecer de "excluir o parâmetro físico da avaliação para graduar a dificuldade de um trajeto, justamente para tentar neutralizar essa subjetividade".

    Quanto ao caso em especial da Torre da Prata, muito bem colocado sua argumentação referente a altimetria.

    Fica novamente aqui meu muito obrigado e admiração por sua dedicação e zelo em compartilhamento de informações.

    Abraços e boas trilhas.

  • Foto de bredaduarte

    bredaduarte 1/mai/2018

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    Trilha de muita beleza, especialmente por propiciar a vista de toda baía de antonina e do outro lado de grande parte da serra do mar.
    Recomendada a praticante com experiência em trekking, especialmente em caso de bate volta. Em alguns momentos é mais fechada em função da pouca quantidade de pessoas que a fazem.
    Em virtude disto recomendo que seja utilizado camisa comprida e calça a fim fim de evitar cortes e machucados especialmente nas pernas.
    Recomendo também a utilização de aplicativo de navegação (wikiloc) especialmente durante a primeira ida.
    O cume é repleto de mosquitos, repelentes não são eficazes para afasta los, então recomendo que façam a subida ao cume registrem o momento e se alimentem em local logo abaixo onde há sombra, lugares para sentar confortavelmente e não há praticamente nenhum mosquito.
    Vão e vençam!

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