• Foto de Expedição Dê-éFe – Etapa III 2018 – Fase III – Parte IV – Trilha Fazendinha JK
  • Foto de Expedição Dê-éFe – Etapa III 2018 – Fase III – Parte IV – Trilha Fazendinha JK
  • Foto de Expedição Dê-éFe – Etapa III 2018 – Fase III – Parte IV – Trilha Fazendinha JK
  • Foto de Expedição Dê-éFe – Etapa III 2018 – Fase III – Parte IV – Trilha Fazendinha JK

Horas  9 horas um minuto

Coordenadas 24470

Uploaded 21 de Janeiro de 2018

Recorded Janeiro 2018

-
-
1.058 m
774 m
0
28
56
112,68 km

Visualizado 56 vezes, baixado 1 vezes

próximo a Cidade Ocidental, Goiás (Brazil)

Expedição Dê-éFe – Etapa III 2018 – Fase III – Parte IV – Trilha Fazendinha JK

No MUNDO a ÚNICA edificação em ÁREA RURAL arquitetada por OSCAR NIEMEYER está construída (46 anos) na Fazendinha JK.

Oscar Niemeyer (1907-2012) foi arquiteto brasileiro. Responsável pelo planejamento arquitetônico de vários prédios de Brasília, capital do Brasil. Possui mais de 600 projetos em todo o mundo. É um dos maiores representantes da arquitetura moderna da história. Tem como característica principal o uso do concreto armado para as suas construções, com seu estilo inconfundível.

A Expedição Dê-éFe tem por objetivo criar trilha de 3 dígitos dentro do Distrito Federal e/ou em pontos de interesse de lazer, história, natureza, além de seus limites. Sempre partindo de qualquer lugar do Distrito Federal em uma bicicleta...

Em 20 de janeiro de 2018, às 7h33, a partida para a Trilha Fazendinha JK foi próximo ao Monumento Árvore da Vida (Rodovia DF-495, km 6,5 - divisa de estados).

Monumento Árvore da Vida.
Nas 3 árvores de ferro do monumento estão expostas várias gravuras da fauna do Cerrado do Centro Oeste; a obra é de autoria do Artista Plástico, Desenhista, e Escultor: SIRON FRANCO, pessoa com várias obras no Brasil e no Exterior... A “ÁRVORE DA VIDA”, é popularmente conhecida como: Árvores de Ferro Vermelhas...

Após partir, em segundos, já estava em terras goianas...
No km 003, depois de passar por plantios de sojas dos lados esquerdo e direito da estrada, alcancei o bairro Dom Bosco da Cidade Ocidental de Goiás..
No km 007, passei nas proximidades da comunidade Quilombola Mesquita.

Quilombola Mesquita.
Muito antes de Brasília, próximo a Santa Luzia, hoje Luziânia GO, havia uma fazenda chamada Mesquita e seu proprietário já em final de vida resolveu doar parte das terras para três escravas da Fazenda Mesquita, há mais de 200 anos. Daí surgiu o povoado.

No km 010, passou-se perto do Aterro sanitário... o local se destaca por uma “Serra artificial” e em sua volta um grande plantio de soja.

No km 013, passei perto do Frigorífico Beef Nobre (seus produtos são para exportação).


No km 16, pedalei próximo ao frigorífico Fribraz, é visto rebanho de gados de cortes em confinamento e/ou solto em pastos. Como é comum ver a pelagem desse gado na cor branco, hoje, chamou-se a atenção por um rebanho com pelagem preta...

No km 17, é visto (à esquerda, um enorme plantio de maracujá).

No km 20, encontra-se o Pesque Pague Cia do Peixe, ali pode se comprar água e alimentos.
Do Zero km ao 20km, você pedalar no corredor de plantios de soja, feijão, milho, poncãs, eucaliptos... Tem inúmeras fazendolas e pastos cuidados com muito gado de corte e leiteiro.
Quando passar em alguns trechos de cerrado ou mata preservados, a fauna se manifesta com diversos cantos de pássaros e alguns são vistos. Hoje eu vi: Carcará, bomba, fogo-pagou, papagaio, canário, maritaca, coruja buraqueira, seriema, periquito, anu-branco...


Prosseguindo... Depois de umas subidinhas leves e uma curta forte, já na parte plana das serras se percorrer no corredor do pastos, plantio de eucalipto, pequenas lavouras de milho e soja


No km 024, depois das subidas, tem um ponto de pousar avião agrícola....


No km 027, tem uma longa decida entre plantio de eucalipto... um pouco a frente passa-se em um túnel da Estrada de Ferro Ramal Brasília.

Daí pela frente algumas gangorras, passa por vários sítios e chácaras, iiiih!!! Um subidão, mas nada difícil, a cada ponto da subida tem-se um visual na retaguarda magnífico para aquela fotografia... (bom só bicicleteiro ou bicicletista que manja a manha – risos).

Depois da subida, passa perto da Granja Guarani (produtora de ovos), mais um pouquinho, por uma fábrica de preparação de peças de mármore... aí se alcança a BR 040, ao travessa-la e segui um pouco na sua lateral, longo se adentra em estrada de fazendas... na primeira porteira a direita (fica trancada)se pula ela... ( já há 3 anos, passo dentro dessa fazenda – EXPLORADICAMENTE - já encontrei funcionários e acho que os donos, os cumprimento e sigo, nunca me abordaram com proibições).... nessa fazenda tem diversos plantios de seriais e hortaliça.. hoje só vi o plantio de soja...

Ao sair da fazenda pega um estradão rumo aos americanos...

No km 050, alcança o Setor de Chácaras dos Americanos, ali se acha comércio para a água e alimentos...

Logo que sai das ruas das chácaras, entra na Fazenda Tio Rica (emerso plantio de soja, nesse percurso - fora da estrada principal - tem placas proibindo tomar banho nos lagos, transitar a pé, pescar e caçar... também ali já pedalei e ainda não fui abordado...

No km 064, cheguei à Sede da Fazendinha JK (como não tinha agendado a visita e hoje, também não estava aberta para visitação, não consegui conhecer a arquitetura nem as atrações do lugar).

O Senhor Antônio Henrique passou o telefone para o agendamento (Cel e wathsap - 061 -99845-9030), pediu desculpa por não atender-me e informou que lá tem diversos atrativos, como banho no lago, passeio na trilha com bicicleta, café da manhã, almoço e chá da tarde, além casa está montada conforme o então, Ex-presidente morara. Bem, os visitantes precisa do guia para entender o local... POR AGENDAMENTO É A FORMA DE VISITAR O LOCAL...


Fazendinha JK
Uma relíquia da história e da arquitetura nacional. Última moradia do ex-presidente Juscelino Kubitschek, morto em 1976 em um acidente automobilístico, O imóvel conserva todos os móveis, artigos pessoais e itens de decoração de quando a família do político vendeu a propriedade, em 1984, a um ex-deputado paranaense, aliado dele. Além disso, localizada em Luziânia, distante 13km do centro da cidade goiana e a 60km de Brasília, a residência é a única obra de Oscar Niemeyer na zona rural.
Juscelino comprou o imóvel em 1972, após ter o mandato cassado pela ditadura militar e de ser proibido de entrar em Brasília. Queria um lugar onde pudesse passar os dias, reunir os amigos e, de lá, ao entardecer, ver as luzes da capital que ergueu no Planalto Central. Encantou-se com a Fazenda Santo Antônio da Boa Vista. Decidiu comprá-la e a apelidou de fazendinha. Virou a Fazendinha JK. Ali, ele se tornou produtor rural. Usou modernas práticas de irrigação. Plantou soja, arroz, café, eucalipto, na intenção de provar que o solo do cerrado era fértil.
Quando JK adquiriu a propriedade, ela tinha 310 alqueires e nenhuma moradia. O casarão só seria inaugurado em 12 de setembro de 1974. No quintal, o ex-presidente costumava reunir os amigos para almoçar ao redor de uma mesa de pedra. Na sala de jogos e na discoteca, Juscelino organizava festas regadas a pinga e embaladas por violeiros. A mesa de pôquer, com 11 cadeiras, continua intacta. As prateleiras são enfeitadas por presentes, como uma porcelana japonesa e uma licoeira com os traços do Palácio do Alvorada.
Com janelas grandes, o casarão parece uma antiga casa de fazenda mineira, mas com características modernas de Niemeyer. “Como Juscelino havia sido cassado pela ditadura e não tinha dinheiro algum, ela foi construída com doações de amigos. Por isso, é feita de materiais baratos, como o piso de ardósia da varanda. No entanto, a pedido de Niemeyer, a ardósia foi colocada como uma obra de arte, um jogral”, ressalta uma das administradoras da propriedade, Rosana de Queiroz Servo, 48 anos.
As grossas paredes de concreto também receberam um tratamento artístico. Com uma intervenção em baixo-relevo, ela ficou parecendo ser feita de tijolo. Todo o exterior é pintado nas cores branca e azul.


BOMMMM, DE BICÃO DE LÁ SAÍ... e continuei a trilha...

(Mas voltarei, agora com visita agendada)


No km 068, alcancei o asfalto, a 2km depois da porteira da fazendinha...


No km 079, cheguei ao Clube de Pesca de Luziânia, ali bebi água e uma hukinha...

No km 082, adentrei a cidade de Luziânia. Passei por algumas ruas da parte da cidade antiga, onde ainda se ver casarões centenários...

Saí da cidade por rodovias com asfalto rumo ao ponto de onde parti....

No km 111,7, cumpri a Parte IV, da Fase III, da Expedição Dê-éFe.

Luziânia – Goiás
Luziânia é um município brasileiro do estado de Goiás. É o quinto município mais populoso do estado, No entanto, é pertencente também a região do entorno do Distrito Federal, em razão de sua proximidade com a capital federal (58 km). É o município mais populoso da região do entorno do Distrito Federal e o mais populoso de todo o leste do estado, é uma das cidades mais antigas de Goiás, fundada em 13 de dezembro de 1746, situa-se ao sul de Brasília,
Descoberta de ouro e o povoado de “Santa Luzia à procura de novas minas de ouro, o bandeirante paulista Antônio Bueno de Azevedo partiu de Paracatu”. seguindo para noroeste até se aproximar do Rio São Bartolomeu. Em 13 de dezembro de 1746, enquanto descansava sentado às margens de um córrego, notou que no leito do rio havia pepitas de ouro. No dia seguinte ergueu festivamente um cruzeiro e dedicou às minas e o futuro povoado a Santa Luzia. As minas atraíram tanta gente que em menos de um ano o arraial contava com mais de 10.000 pessoas.
A primeira missa foi celebrada em 1746, pelo padre Luiz da Gama Mendonça e assistida por mais de 6.000 garimpeiros. Elevada à categoria de Comarca Eclesiástica em 6 de dezembro de 1758, seu primeiro vigário foi o padre Domingos Ramos. Em abril de 1758 iniciou-se a construção de um rego, denominado Saia Velha, para facilitar a garimpagem. O rego tinha 42 quilômetros de extensão e foi feito em dois anos por milhares de escravos negros.
O primeiro núcleo de povoamento já era chamado de Arraial de Santa Luzia em fins do século XVIII.
No final do século XVIII, a mineração começou a declinar e muitas famílias se transferiram para a zona rural, dedicando-se à lavoura e à criação de gado.
Em Luziânia também foi executado o último homem livre do Brasil antes da abolição da pena de morte. José Pereira da Silva foi enforcado na chácara São Caetano na "Forca da Mangueira", então vila de Santa Luzia, em 30 de outubro de 1861.
Mudança de nome para "Luziânia”. O arraial foi elevado à categoria de vila no dia primeiro de abril de 1833 e à de cidade em 5 de outubro de 1867. Contudo, foi somente a partir de 31 de dezembro de 1943 que passou a se denominar "Luziânia" quando foi criado o decreto-lei estadual nº 8305, de 31 de dezembro de 1943.
Década de 1960 e construção de Brasília. Desde sua fundação, no século XVIII, até 1960, data da inauguração de Brasília, Luziânia não teve grandes marcos. A transferência da capital trouxe um surto de desenvolvimento, beneficiado pela BR-040 e BR-050. Para o rápido crescimento populacional, concorreu a legislação do uso do solo do Distrito Federal, definindo previamente as áreas para expansão urbana, além da especulação imobiliária, levando parte da população da nova Capital a procurar alternativas de localização.

Comentários

    You can or this trail