Kosho

Horas  6 horas 6 minutos

Coordenadas 1157

Uploaded 7 de Fevereiro de 2016

Recorded Fevereiro 2016

-
-
395 m
65 m
0
5,7
11
22,88 km

Visualizado 360 vezes, baixado 2 vezes

próximo a Cardosas, Lisboa (Portugal)

Época de Construção: séc. XVIII - 1789 Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões. Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação. O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco. Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior. A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras. • Mais informaçõesl
Arquitetura militar, oitocentista. Forte (obra militar nº 10) inserido na 1ª Linha do sistema defensivo das Linhas de Torres Vedras. Forte de planta em forma de estrela irregular. Construído a 394 m de altitude localiza-se à esquerda do desfiladeiro de Matos e foi concebido para uma guarnição de 400 soldados. Fazia fogo cruzado com o Forte do Cego, defendendo o vale de Arruda. No seu interior são visíveis um paiol e vários traveses. • Mais informações
Arquitetura militar, oitocentista. Forte (obra militar nº 9) inserido na 1ª Linha do sistema defensivo das Linhas de Torres Vedras. Forte de planta em forma de estrela irregular. Construído a 353 m de altitude (ponto mais alto do concelho) localiza-se à direita do desfiladeiro de Matos e foi concebido para uma guarnição de 280 soldados. Fazia fogo cruzado com o Forte da Carvalha, defendendo o vale de Arruda. • Mais informações
Orago: Nossa Senhora da Salvação Festa anual: 6 a 18 de Agosto - Procissão a 15 de Agosto A Igreja de Nossa Senhora da Salvação ergue-se no centro da povoação, na zona antiga da vila, em amplo adro calcetado. Após a reconquista da vila por D. Afonso Henriques, a Ordem de Santiago edificou ou reconstruiu a igreja, então pertença do padroado real e doada ao prior do Convento de São Vicente de Fora. Já no século XIII, D. Sancho I doou-a à Ordem de Santiago, ficando integrada no bispado de Lisboa com as igrejas de Óbidos. • Mais informações

Comentários

    You can or this trail