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perto de Xabregas, Lisboa (Portugal)

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Pálacio de Nisa

Foi no século XVI que D.João III mandou construir o Paço real de Xabregas. Até que no século XVII, depois de obras de remodelação D. João IV o ofereceu à Condessa de Unhão pelo seu casamento. No século XVIII foi então oferecido aos marqueses de Nisa que lá viveram durante bastante tempo. Em 1862 venda do edifício a um particular pelo último marquês, D. Domingos da Gama. Em 1867 aquisição do palácio pelo Estado, a fim de aí instalar um estabelecimento de correcção demenores, o Asilo de Maria Pia. Nesse ano ocorre um grande incêndio que consome todo o edifício à excepção da capela (de Nª Sª da Conceição). Em 1928 - a instituição passa a designar-se Escola Profissional de D. Maria Pia e atualmente tem a designação de CED D. Maria Pia e é uma das escolas da Casa Pia de Lisboa.
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Pálacio de Xabregas

O primeiro proprietário do palácio foi D. Tristão da Cunha, nobre da maior confiança de D.Manuel I e de D. João III que chefiou, em 1514, após a morte de D. Manuel I, a rainha D. Leonor e a infanta D. Isabel deixaram o Paço da Ribeira e passaram a habitar neste palácio. Foi um dos palácios com mais tradições em Xabregas, construído no final do séc. XVII; sofreu obras de restauro no séc. XVIII, tendo resistido ao terramoto de 1755. Neste pátio encontra-se, do lado sul, acima de alguns degraus, o pórtico nobre, com grande brasão de armas dos Cunha de Mendonça e Menezes, em boa lavra de pedra. O vestíbulo exterior, de teto liso, em madeira, apresenta azulejos do séc. XVII e um empedrado de lajes de mármore branco e rosa, já muito gastas. O interior do palácio é bastante sóbrio; o Salão de Entrada tem um teto apainelado ostentando nas suas paredes retratos a óleo de D. Tristão da Cunha, Governador de Angola, de D. Pedro da Cunha e do 1º Marquês de Olhão, D. Francisco de Melo da Cunha de Mendonça e Menezes. Foi neste palácio que foram feitas as primeiras conspirações dos conjurados de 1640, pois era a casa de D. Vasco de Menezes, um dos quarenta fidalgos partidários da causa de D. João, Duque de Bragança. O muito procurado palácio dos Melos, a Xabregas, sede dessas inspirações, era este.
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Exército de Salvacão

Foi fundada em 1865 por William Booth e Catherine Mumford em Londres. O exército de salvação tem várias igrejas e bazares sociais. As igrejas situam se Porto; Castelo Branco; Sintra; Lisboa e São Brás de Alportel. E ainda tem o bazar social do Viso no Porto; bazar solidário no Porto; e bazar social em Chelas(Lisboa).Os primeiros membros do exército foram alcoólatras; prostitutas e viciados. O trabalho aumentou cada vez mais rápido por vários países, por exemplo nos Estados Unidos; Austrália; França; Japão e muitos mais países.
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Igreja Paroquial de S.Bartolomeu

A igreja paroquial de S. Bartolomeu do Beato está integrada no conjunto de edifícios de que fazia parte também o convento dos “frades Grilos”. A igreja, foi fundada em 1666 por frei Manuel da Conceição, que veio substituir a sede paroquial de S. Bartolomeu, que, inicialmente, ficava junto ao castelo de S. Jorge, e já existia desde 1168, sendo uma das paróquias mais antigas da cidade de Lisboa. Um grande incêndio, em 1683 destruiu totalmente a igreja de S. Bartolomeu que, contudo, começou a ser reconstruída no ano seguinte. O sismo de 1755 não lhe causou grandes danos, mas obrigou a novos restauros, também registados em 1896 e já no século XX. É uma igreja de nave única, e apresenta no seu interior seis capelas, três por cada lado, e duas colaterais no transepto. O altar-mor está ornado de colunas salomónicas enfloradas, em mármore policromo, com as armas reais. O tecto da Igreja é de estuque em abóbada de arco de cesto, e na Sacristia existem azulejos do século XVIII, e dois quadros, representando N.ª S.ª da Boa Viagem e a Fuga para o Egipto.
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Manutenção Militar

Foi na Rua do Grilo (Beato), nas instalações do extinto convento das Carmelitas e terrenos circundantes, que se edificou um dos complexos fabris mais desenvolvidos de Portugal no panorama das industrias de consumo: a Manutenção Militar de Lisboa. Fundada em 1897 a Manutenção Militar foi um vasto estabelecimento fabril do Exército português destinado a abastecer os militares em géneros alimentícios, através da concentração das várias fases da produção do alimento do soldado num mesmo espaço. A sua actividade, que se contou em quase 120 anos, estendeu-se a todo o país, através das suas sucursais, depósitos e messes. No contexto da Guerra Colonial, estes organismos foram também criados em África, a par dos supermercados da Manutenção, destinados a prestar apoio às famílias dos militares. O projeto da criação da Manutenção Militar reuniu em seu redor as ambições da instituição militar e dos poderes públicos: onde a primeira viu a oportunidade para organizar um verdadeiro serviço de subsistências do Exército português, os segundos viram uma forma de dotar o Estado da sua própria indústria de moagem, emancipando, por um lado, a alimentação das tropas dos interesses da indústria particular, e, por outro, mantendo um instrumento para fazer face, na capital, aos impactos das greves de padeiros e moageiros. Além disso, o Estado ganhava também um meio capaz de abastecer em pão outros estabelecimentos que se encontravam sob a sua dependência, como hospitais, asilos e prisões.
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Nacional

Em a 1849 teve início a história da “A Nacional” quando, a rainha D. Maria II concede autorização a João de Brito para a utilização da marca para os seus produtos. Em 1947 houve um violento incêndio que destruiu a fábrica de Xabregas. Nos anos 50 começaram a expandir a sua produção devido à construção de novas fábricas. A fábrica de Xabregas faz-se especialmente a moagem dos cereais e noutras unidades são feitas massas alimentícias, farinhas, cereais de pequeno-almoço e bolachas. Os produtos da marca são exportados para 37 países.
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Convento do Beato

No convento de S. Bento viveu o padroeiro da freguesia – frei António da Conceição que nasceu em Pombal, em 1522 e morreu em 1602, tendo sido efetivamente beatificado pela Santa Sé depois da sua morte. No século XV, naquele local, erguera-se uma pequena ermida de invocação a S. Bento. Esta ermida, cuja origem se desconhece, fora propriedade da rainha D. Isabel, que a recebera de oferta do D. Estêvão de Aguiar, Abade de Alcobaça, após o seu casamento com o rei Afonso V. A rainha, segundo protocolo estabelecido para a oferta,deveria mandar ampliar a ermida, a fim de ali ser construído um hospício para os «Bons Homens de Vilar (de frades)», da congregação dos Frades Lóios. Para a história, no entanto, o templo de S. João ficaria sempre com o nome da pequena ermida que lhe dera origem: Convento de S. Bento de Xabregas, ou Enxobregas. Frei António da Conceição, um dos cónegos daquela Ordem, tendo beneficiado da sua amizade pessoal com o rei D. Sebastião, foi o grande obreiro da ampliação do templo. A amizade deste frade com o rei seria tamanha que, dizem vários historiadores, antes da trágica partida de Alcácer Quibir, veio D. Sebastião à Igreja de S. Bento de Xabregas, para se aconselhar com o seu confessor. Na sequência do Terramoto de 1755, que não danificou o convento, devido à solidez dos materiais de construção, refugiaram-se nesta igreja os frades do Convento dos Lóios, levando com eles as relíquias que puderam salvar O Real Hospital Militar ocupou parte do Convento, no século XVIII. Mas, a seguir à extinção das Ordens Monásticas e à profanação da Igreja, um incêndio inutilizou as instalações e atingiu o templo Após séculos de ruína iniciada com um grande incêndio, através de uma intervenção de mecenato cultural pela empresa Cerealis, dona da fábrica Nacional, o convento de S.Bento foi reconstruido e passou a ser o Convento do Beato.
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Pálacio dos Duques de Lafões

Foi o 1º Duque de Lafões quem dirigiu a construção do Palácio do Grilo após o terramoto de de 1755. .As obras ficaram concluídas em 1777. Uma grande parcela dos terrenos fronteiros do palácio foram vendidos, virados a poente, para a ampliação dos serviços de Manutenção Militar, e virados a norte, para uma urbanização. A quinta desapareceu completamente e os magistrais jardins foram substancialmente reduzidos, face a estas transações. Atualmente, é uma das raras casas nobres de Lisboa que ainda está habitada.
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Escola Secundária Afonso Domingues

A Escola foi fundada em 1884, e na altura denominava-se Escola de Desenho Industrial Afonso Domingues. O nome de Afonso Domingues foi dado em memória deste importante arquiteto quatrocentista do Convento da Batalha. A partir de 1892, começaram as obras para adaptação de alguns edifícios anexos ao Asilo Dona Maria Pia, nas traseiras do Convento da Madre Deus. A inauguração das novas instalações ocorreu em 24 de dezembro de 1897..No ano letivo de 1956/1957, a Escola Industrial Afonso Domingues já se encontrava instalada em edifício próprio construído na Quinta das Veigas, em Marvila. O Decreto-Lei n.º 80/78, de 27 de abril, transforma a designação da Escola Industrial de Afonso Domingues em Escola Secundária. Em virtude do projeto da terceira travessia do Tejo a escola foi oficialmente extinta a 23 de Março de 2010 e neste momento está muito degradada e ao abandono.
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Mata da Madre de Deus

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Cemiterio das Fábricas

Foi no começo do século XX que surgiu uma grande concentração de fábricas no Beato (na zona oriental de lisboa). Esta zona contava com mais de 10 fábricas entre elas a do sabão e de tecidos, devido a esta grande concentração foram criados os bairros operários desta zona. Até que nos anos 70 grande parte destas fábricas entrou em falência e foram abandonadas.

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