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Distância

1,08 km

Desnível positivo

1 m

Dificuldade técnica

Fácil

Desnível negativo

1 m

Elevação máx

110 m

Trailrank

34 4,7

Elevação min

102 m

Tipo de trilha

Mão Única
  • Foto de PR 8 'Um percurso Ribeirinho' ( PT, ENG, ESP )

Coordenadas

39

Enviada em

20 de outubro de 2015

Registrada em

outubro 2015
  • Avaliação

     
  • Informações

     
  • Fácil de fazer

     
  • Paisagem

     

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1 comentário
 
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110 m
102 m
1,08 km

Visualizado 716 vezes, baixado 43 vezes

perto de Besteiros, Beja (Portugal)

|
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DFescrição do Percurso:

(PT)

A ribeira do Vascão, à semelhança da maior parte dos cursos de água da região, apresenta um regime torrencial, i.e., apenas tem caudais elevados nos poucos dias em que chove com intensidade, chegando praticamente a secar no fim de cada Verão. A ribeira percorre uma área de planalto separando as regiões do Alentejo e do Algarve ao longo de cerca de 90 km até fluir no rio Guadiana. A ribeira tem um leito irregular e tortuoso em todo o seu curso, ladeada por margens povoadas de bosquetes de azinheira, sobreiro e zambujeiro, matos mediterrânicos e variada vegetação ribeirinha (loendro, tamargueira, tamujo, salgueiros, freixos). Destaque ainda para espécies como o sanguinho-das-sebes ou a salsaparrilha-brava, que aqui ocorrem em abundância. As águas pouco profundas da ribeira e os fundos pedregosos são o habitat perfeito para uma espécie piscícola emblemática e endémica da Península Ibérica: o Saramugo, que por estar em vias de extinção tem sido alvo de vários projetos locais de conservação e reprodução. Nas margens, por entre a vegetação ribeirinha é frequente ouvir a presença melodiosa do rouxinol-do-mato, do guarda-rios e do bico-grossudo. Este é também território da águia-cobreira e outras rapinas. Por terra é frequente a presença de espécies como a doninha e o toirão e na categoria dos répteis e anfíbios de espécies como a salamandra-de-pintas-amarelas, o tritão-marmorado, o sapo-parteiro-ibérico ou a rela-meridional.

(ENG)

The Vascão river, like the majority of watercourses in the region, is torrential, i.e., it has heavy flows in the few days when it rains intensely, almost becoming dry at the end of each summer. The river runs through an area of plateau separating the regions of Alentejo and the Algarve for about 90 km until it flows into the river Guadiana. The riverbed is uneven and winding along its entire course, flanked by banks populated by clumps of holm oaks, cork oaks and wild olive trees, Mediterranean scrub and varied riverside vegetation (oleander, tamarsk, cape myrtle, willow, ash). Also noteworthy are species such as the Italian buckthorn or the bristly greenbrier, which occur here in abundance. The shallow waters of the river and its rocky bed are the perfect habitat for an endemic fish species emblematic of the Iberian Peninsula: the Anaecypris hispanica, which, by being on the verge of extinction, has been the subject of several local conservation and reproduction projects. On the banks, among the riverside vegetation, the melodious presence is often heard of the Rufous Bush Robin, the Kingfisher and the Hawfinch. This is also the territory of the Short-toed Eagle and other birds of prey. By land, species such as the Least Weasel and the Polecat are common, and in the category of reptiles and amphibians, species such as the Fire Salamander, the Marbled-Newt, the Iberian Midwife Toad or the Mediterranean Tree Frog.

(ESP)

El río Vascão, al igual que la mayor parte de las rutas de agua de la región, presenta un régimen torrencial, es decir, solo tiene caudales elevados en los pocos días en los que llueve con intensidad, llegando prácticamente a secarse al final de cada verano. El río recorre un área de altiplano separando las regiones del Alentejo y del Algarve a lo largo de unos 90 km hasta confluir en el río Guadiana. El río tiene un lecho irregular y tortuoso en todo su recorrido, bordeado por márgenes poblados de bosques de encina, alcornoque y olivo silvestre, matorrales mediterráneos y variada vegetación fluvial (adelfa, tamarisco, tamujo, sauces, fresnos). Cabe destacar también las especies como el alaterno o la zarzaparrilla, que aquí aparecen en abundancia. Las aguas poco profundas del río y los fondos pedregosos son el hábitat perfecto para una especie piscícola emblemática y endémica de la Península Ibérica: el jarabugo, que por estar en vías de extinción ha sido el objetivo de varios proyectos locales de conservación y reproducción. En los márgenes, entre la vegetación ribereña es frecuente oír la presencia melodiosa de la alzacola, del martín pescador y del picogordo. Este es también el territorio del águila culebrera y de otras rapiñas. Por tierra es frecuente la presencia de especies como la comadreja común y el turón y en la categoría de reptiles y anfibios de especies como la salamandra común, el tritón jaspeado, el sapo partero ibérico o la ranita meridional.

1 comentário

  • Foto de Inês Monteiroo

    Inês Monteiroo 16 de set. de 2022

    Eu fiz esta trilha  Ver mais

    Um percurso muito agradável, com vários painéis de interpretação! Acredito que será mais interessante fazer na época da primavera. Quando fui, grande parte do ribeiro estava seco, pelo que percebi, junto dos locais, é bastante comum secar no verão! Apesar do trek ser linear, fiz o percurso circular, junto ao moinho de Alferes, podemos atravessar o ribeiro para o outro lado e voltar para trás pela margem direita, mas sem dúvida que o percurso mais bonito é o da margem esquerda!

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