Tempo em movimento  39 minutos

Horas  3 horas 26 minutos

Coordenadas 425

Uploaded 18 de Maio de 2018

Recorded Maio 2018

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  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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próximo a São Sebastião da Pedreira, Lisboa (Portugal)

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Último dia em Lisboa (sexta tranco), para o Oarso Arte Kultur Elkartea. Do Parque Eduardo VII (na Inglaterra), passamos pelo Jardim Amalia Rodrigues. Chegamos à Plaza de España, ao lado da entrada da Fundação Calouste Gulbenkian. O Museu foi inaugurado em 1969. Passamos pelo prédio da Sede e chegamos à entrada do Museu. Antes de entrar, caminhamos pelo Jardim, vemos algumas esculturas muito atuais (de Bordalo II), o anfiteatro e o exterior do CAM (Centro de Arte Moderna, 1983). No Museu, veremos, em uma visita guiada, objetos de arte egípcia, greco-romana, mesopotâmica, islâmica, chinesa e japonesa. e depois, pintura e escultura européias, tapeçarias, porcelanas, móveis e jóias Lalique (dos séculos IX ao XX). E claro, teremos fotos do Rafa.
O Parque nas suas origens chamava-se Parque da Liberdade; foi depois da visita do rei inglês Eduardo em 1902 (para fortalecer a aliança entre os dois países) quando o parque foi renomeado com sua atual denominação. Isabel II "a Rainha" visitou Lisboa em 1955, e colocou as quatro colunas altas (estética fascista, que levantou alguma controvérsia na população por seu aspecto de reminiscências fascistas e fálicas). Neste extremo norte do Parque, o Monumento a 25 de Abril, a obra de João Cutileiro, que presta homenagem ao dia da Revolução dos cravos que pôs fim à ditadura, é um grupo escultórico de 1974, parecendo "ruínas fascistas". . A partir daqui, as melhores vistas panorâmicas da Baixa Pombalina, do Tejo e do resto da cidade.
Dedicado ao grande fadista, com fotogenia "Maternidad" de Fernando Botero.
"O Segredo" (1961) de António Lagoa Henriques, escultura de bronce, en peana bastante vandalizada, con poema "Deixame ouvir" de Fernando Pessoa. ¿Confesiones secretas?.
Embaixada da Espanha (no Palácio Palhavã), na Praça de Espanha. Homenagem a Calouste Gulbenkian perante o deus egípcio Horus (1965, de Leopoldo de Almeida). Entramos no Jardim Gulbenkian e passamos ao lado do edifício sede da Fundação Gulbenkian e à entrada do Museu.
"Apolo" (1788) de Jean Baptiste Houdon. "A Primavera: Homenagem a Jean Goujon" (1919-1924), de Alfred-Auguste Janniot.
De Bordalo II, desde 22 de abril no jardim: da série "Big Trash Animals". Peça especialmente criada para este jardim (a mãe, construída com materiais reutilizados e cores naturais, e o filho, pintado com cores sintéticas de plástico). Tem como objetivo alertar o ecossistema para a poluição pelo lixo e, sobretudo, para chamar a atenção para o legado ecológico que vamos deixar para as gerações futuras. Dia dos Museus e visitas escolares.
Após o passeio pelo Jardim, recebemos o nosso grupo, Mariana, o guia que explica que vamos visitar a colecção pessoal de Calouste Gulbenkian, que mostra o seu interesse pela Natureza, Arte e Ciência. Além disso, Mariana enfatiza a arquitetura peculiar do Museu e sua relação com o Jardim (os dois pátios e o grande jardim). E ele nos pára e nos faz apreciar, com suas explicações, uma seleção de peças de arte das muitas que estão na coleção.
* Taça em alabastro, da terceira dinastia egípcia (a peça mais antiga do Museu, datada de 5000 anos atrás), em perfeitas condições. * Cratera grega do s. V BC em terracota, de "figuras vermelhas". * Também nesta sala, a primeira peça que Gulbenkian comprou para a sua coleção, aos 14 anos: uma moeda grega. * Baixo-relevo assírio de 884-859 aC em alabastro, com gênio alado e escrita cuneiforme. * Mesquita lâmpada (egípcia ou síria) em vidro, c 1436. * dragões chineses (h 1720, dinastia Quing). * Japanese "Inro" (caixa), de Hara Yoyusai (1772-1845), final do século XVIII, com laca ("netsuké"), madrepérola e pedras duras.
Marfim como a paixão (Paris, h 1300). * "Anunciação" (c 1465) de D. Bouts. * "Sagrada Família e Doadores" (1505) de V. Carpaccio. * "Sacra Conversazione" ("Descanse em vôo para o Egito"), 1500, de Cima da Conegliano, * Tapeçaria de Vertumno e Pomona, por Jan Vermeyen, Bruxelas, mediada s. XVI, em lã, seda e ouro. * "São Martinho compartilhando o manto", de 1531, de pedra, originário da França.
* "Elder" (1645) e "Pallas Athena" (c 1655) por Rembrandt. * "Elena Fourment" (1630), de Rubens. * "Quillebeuf" (1833), de Turner. * "O espelho de Vênus" (1875) do PRB Burne-Jones. * "Road in Avray" (1874) de Corot. Amostras do requintado gosto pessoal de Gulbenkian.
* "Diana" (1780) por Houdon. * "Bolhas de sabão" (1867), uma "vanitas moderna" e "Niño con cherries" (1868) de Manet. * "Madame Monet" (c 1874) por Renoir. * Jóias (broches como "mulher da libélula", colares, pentes, ...) de ouro e pedras preciosas, e vasos de René Lalique, amigo pessoal de Calouste Gulbenkian.

1 comment

  • lauratodd 20/set/2018

    I have followed this trail  verificado  View more

    a good trail easy to follow beautiful locations

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