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Distância

14,47 km

Desnível positivo

141 m

Dificuldade técnica

Moderada

Desnível negativo

132 m

Elevação máx

97 m

Trailrank

46

Elevação min

49 m

Tipo de trilha

Mão Única

Tempo em movimento

6 horas 12 minutos

Hora

5 horas 52 minutos

Coordenadas

2609

Enviada em

6 de abril de 2019

Registrada em

abril 2019
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97 m
49 m
14,47 km

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perto de Porto Covo, Setúbal (Portugal)

O dia amanheceu nublado ameaçando chuva; Partimos do parque de Campismo de Porto Covo onde pernoitamos numa das home mobile existentes e bem confortáveis; após o pequeno almoço numa pastelaria próxima eis que é necessário vestir a capa - diz-se que quem tem capa sempre escapa - Rumamos até ás arribas em busca do Vizir que por terras de Porto Covo ainda deve deambular; Não o vimos, mas a paisagem enche-nos o olhar, A ilha do pessegueiro começa a aparecer na paisagem marítima e vai ficando próxima. O vento quase nos leva a capa entre os pingos da chuva lá vamos escapando pelas escarpas e areias ainda frescos deliciando-nos com as cores e aromas. após uma etapa marcada pelo vento e alguns chuviscos chegamos a vila Nova de Mil Fontes com 20 e poucos kms nas botas. Por falha de GPS não está delineado todo o percurso.
Camping

Parque de Campismo de Porto Covo

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Rua de Porto Covo

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Porto Covo

Designada popularmente “Baía de Porto Covo”, é uma reentrância com cerca de 250 m de comprimento por 40 de largura, situada entre dois promontórios - escarpas de xisto, com altura que varia entre os 20 e 25 metros, mas menos elevada junto ao bordo. Uma praia de exígua areia serve de ligação à pequena ribeira que vem ali desaguar
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Casa tipica

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Paisagem

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Paisagem

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Paisagem

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Paisagem

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Progredindo

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A Ilha do pessegueiro

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Paisagem

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Paisagem

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A Ilha do pessegueiro

Monumento

Forte do Pessegueiro

O forte do Pessegueiro, fronteiro à ilha com o mesmo nome, foi planeado em 1588 por Filippo Terzi, fazendo parte de um projecto de construção de um porto artificial que faria a ligação entre a ilha e a costa de Porto Covo. Dois anos depois o engenheiro Alexandre Massay substituía Terzi na direcção das obras, sendo então iniciada a edificação da fortaleza, uma vez que o porto artificial estava já em construção. Quando em 1598 Massay iniciou a construção do forte de Vila Nova de Mil Fontes, as obras do Pessegueiro foram interrompidas. Na centúria seguinte as obras foram suspensas e reiniciadas diversas vezes, e o forte só seria concluído em 1690, no reinado de D. Pedro II. Na mesma época o monarca mandou edificar outra fortaleza defronte deste, situada na Ilha do Pessegueiro e designada por Forte da Ilha de Dentro, para reforçar a linha de fogo da defesa costeira de Porto Covo, actualmente em ruínas. De planta poligonal estrelada, com dois baluartes poligonais e uma bateria poligonal virada à costa, o Forte do Pessegueiro é envolvido por fosso circundado por muro. No interior, o conjunto de construções está disposto em U, sendo estas cobertas por terraços. A capela, dedicada a Nossa Senhora da Queimada, e a zona de bateria sobre as casamatas ficaram danificadas durante o terramoto de 1755. O forte edificado em finais do século XVII apresenta um modelo planimetricamente mais simples do que o desenhado no projecto maneirista original, sendo apontando por alguns autores como obra do capitão João Rodrigues Mouro (CABRITA,Augusto, GIL,Julio,1986,p.283). O forte da ilha encontra-se muito arruinado, podendo no entanto delinear-se a planimetria, estrelada, com quatro baluartes triangulares dispostos simetricamente em cada um dos vértices. As casamatas dispõem-se na zona central da fortaleza, e fronteira à entrada foi edificada uma ermida, dedicada a Santo Alberto. Entre 1877 e 1942 o Forte do Pessegueiro foi ocupado pela Guarda Fiscal. O seu posterior abandono levou à actual ruína da fortaleza. - Fonte - IPPAR/2006 -
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Arribas

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Praia do quiemado

A Praia do Queimado, reza a lenda, adquiriu o seu nome por aqui ter sido ateado fogo a uma santa trazida da Ilha do Pessegueiro e que não ardeu, durante a Guerra Civil Portuguesa, na primeira metade do século XIX. Também é conhecida por Praia do Barranco do Queimado. O areal apresenta dimensões reduzidas e está cortado a meio por um riacho que aqui vem desaguar, separando os concelhos de Sines e Odemira.
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Passadiço

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Proteção das dunas

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Azul e Mar

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Paisagem no céu

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Cores

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Ninho

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