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Distância

23,11 km

Desnível positivo

260 m

Dificuldade técnica

Moderada

Desnível negativo

714 m

Elevação máx

1.621 m

Trailrank

50

Elevação min

953 m

Tipo de trilha

Mão Única

Tempo em movimento

2 horas 11 minutos

Hora

2 horas 42 minutos

Coordenadas

2859

Enviada em

23 de julho de 2021

Registrada em

julho 2021
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1.621 m
953 m
23,11 km

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perto de Aiurê, Santa Catarina (Brazil)

Cânion Espraiado Balanço Infinito

Percurso misto de carro 4x4 e caminhada.

Cânion Espraiado

O Canion Espraiado fica em uma propriedade particular, e você precisará adquirir a autorização de acesso que custa R$20,00 por pessoa, e é vendida online pelos proprietários do Cânion através do link canionespraiado.lets.events

O Balanço Infinito fica em uma montanha vizinha ao Cânion e é paga separadamente. O valor também é de R$ 20,00 por pessoa. WhatsApp: (49)99171-2500

Telefone: (49) 99171-2500

Endereço:

O Cânion Espraiado fica a 35 km do centro de Urubici. São 23 km pela SC-439 no sentido Serra do Corvo Branco.
Cep: 88650-000
Cidade: Urubici/SC

Localizado a 35 km de distância do centro de Urubici fica um gigante apreciado por muita gente: o imponente Cânion Espraiado. Com paredões que atingem mil metros de altura, quem se aventura para subir até a borda dos penhascos tem uma vista linda de um ponto turístico icônico da Serra Catarinense.

Quem gosta de ter contato com a natureza, acampar e até mesmo fazer trilhas pesadas vai se deliciar durante um fim de semana pelo Espraiado. O cânion é uma das principais atrações de Urubici, cidade na Serra Catarinense repleta de passeios para quem gosta de ecoturismo.

Antes de iniciar sua aventura, é importante saber que:

Você precisa de autorização e comprar seu bilhete de acesso ao Cânion Espraiado antes de iniciar a subida. O ingresso custa R$ 20 por pessoa para conhecer o cânion e mais R$20 para conhecer uma outra parte que se chama Montanha Infinita (onde há o balanço).

Como o cânion fica em uma propriedade particular, você deve ir até a casa da Dona Terezinha e do Seu Marcos para comprar o seu bilhete. Na rua, sentido Serra do Corvo Branco, tem plaquinhas indicando onde fica a casa deles.

Se preferir, entre em contato com o Seu Marcos ou com a Tahys pelos telefones (49) 3278-4732 ou WhatsApp (49) 98405-4653.

HISTÓRICO DO MUNICÍPIO

Por marcar a história de várias civilizações, Urubici exibe, até hoje, a passagem de seus primeiros habitantes. São sinais registrados em pedras há pelo menos 40 séculos, comparável às inscrições encontradas em alguns outros pontos do litoral catarinense. Segundo historiadores, o ano de 1711 é data base para Urubici, quando dom João V ordena que os jesuítas procurem minas e catequizem índios até o rio Caçadores. Com essa missão, os padres José Mascarenhas e Luís de Albuquerque traçam marcos na região - marcos do Maranhão até Laguna, a considerada "região do ouro". O primeiro marco foi colocado no Morro Pelado (comando indígena), o segundo no Morro da Mala (onde moravam os padres) e o terceiro no Morro do Panelão (onde ficavam as tropas que carregariam o ouro). Conta-se que grande porção do ouro foi enterrada nas rochas pelos jesuítas. Os índios, na maioria tupi-guarani, foram catequizados em grupos e já eram remanescentes de outras regiões.

Conta-se que existem mapas em originais e cópias, nunca vistos. Urubici registrava um pinheiral espantoso, um "mar de pinheiros", e em outras regiões, não em todas, alguns banhados, com sumidouros de animais e pessoas não orientadas. Alguns índios já conheciam missionários e orientavam jesuítas pelas andanças Padre Luís relata que, ao fincar uma grande cruz no dia 1 março, ela mergulhou no pântano, mais de um metro, sem nenhuma força . Em cada marco, foi plantada uma cruz jesuítica, com ramos amarrados na altura de Cristo. Nos anais do livro 12 Jesuítas no Estado de Santa Catarina (Biblioteca dos Jesuítas do Rio de Janeiro), além desse relatório, existe o seguinte:

“ Os jesuítas (que na opinião de muitos eram homens comuns com vestes de padres) levavam pessoas em cargueiros para acamparem e ficarem acampadas nas regiões por onde andavam. No planalto, acamparam doze homens com cavalos, fora os dois padres que comandavam a pesquisa. Balaios cheios de artefatos indígenas eram levados continuamente de volta à missão no Morro do Pelado de onde eram levados para o Rio. Com eles, ia um bugreiro, Samuel Kupll, que preparava o chão da missão e fazia o marco; Manuel Sampaio que era cuidador de tropas; os guapos que a cavalo iam pela região, com Liro Santo, Caetano Matoso e outros. ”
O município era habitado por índios xoclengues quando os primeiros colonizadores de origem europeia, vindos de Tubarão, São Joaquim e Bom Jesus, chegaram na região. Os novos habitantes logo expulsaram os índios, cujos vestígios ainda podem ser encontrados as e inscrições rupestres espalhadas por todo o território. De 1903 a 1911, imigrantes agricultores e madeireiros fixam-se na região.

Em 1924, sabendo da fertilidade no solo do vale do rio Canoas, chegaram, à região, imigrantes italianos, alemães e letões, que tornaram, a agricultura e pecuária, as principais atividades econômicas da região.

Fonte: Wikipédia
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